A Proposta de iniciarmos um Projeto Desert Greening recebeu três respostas e as apresento aqui juntamente com meus comentários. Aqueles que por força de limitações de lista Yahoo a que pertençam que não tenham recebido os arquivos que são dois mapas mostrando as congruências geográficas de clima e comportamento social, por favor, me solicitem pessoalmente via
linpires@... e terei imenso prazer em enviar para seu e-mail particular. Lembro que não estou recebendo mensagens do grupo veg-brasil em virtude da exiguidade do tempo e como este grupo obteve um enorme sucesso, o número de seus associados me torna proibitivo acompanhar toda a troca de mensagens.Assim, por ordem de chegada, eis as contribuições:
Fala Leduc Fauth (
leduc@...)LINO,
Tenho uma profunda admiração pelas coisas que você faz, em termos de
filantropia e solidariedade humana.
Sua aura energética é muito voltada para esse mister, que engrandece a alma
da gente.
E tem ainda um outro vetor, que é o da proteção aos animais do planeta.
Este é igualmente bem abrangente e salutar...
De tudo isso me sinto fazendo parte, também.
Enfim, você é um homem da terra, do ar, da água e do fogo...um ambientalista
de mão cheia.
E tem a primazia de ser bem autêntico, criativo, pioneiro...um desbravador
ideológico.
Seus artigos (como o abaixo) e de outrem, publicados na Folha Verde, são uma
prova disso.
Sua obra, no futuro, com certeza deixará marcas profundas nos seus
seguidores.
Repito aqui minha admiração... e agradeço por usufruir um pouco da sua
amizade.
Contudo, e apesar disso tudo, preciso lhe dizer...
...não vi com bons olhos este seu pedido, feito abaixo, já pela segunda vez.
Pareceu-me mendigo pedindo esmolas...não que tal seja humilhante para você,
que está acima disso.
Mas achei humilhante para o ideário que você transpira...e inspira.
Se não humilhou, ao menos minimizou uma coisa que me parece grande.
Não sei se estou me fazendo entender...é difícil falar do que senti...já
pela segunda vez.
É como se jogasse um balde d'água fria na sua (e na nossa) utopia.
Você individualizou o pedido...e aí pareceu que você estava SÓ.
E com tantos (de nós outros) à sua volta...ou à volta do seu ideário, da
nossa utopia...algo assim...sei lá.
Tivesse usado um NÓS, talvez não magoasse, não maculasse, não me
atingisse...como atingiu.
E me atingindo, senti que atingiu todo um conjunto de coisas que foram
construídas...
E ilusionárias quimeras e devaneios de pessoas que você há tanto tempo
mobiliza...e incendeia.
Ainda que no cenário da nossa (ou da minha, vá lá) utopia...
Mas que faz parte da nossa (ou só da minha, vá lá) utopia...hehehe
Não sinto vontade de lhe fazer proposta de mudar ou retirar o que
disse...sinta-se livre!
Quero apenas que suas idéias e projetos cresçam cada vez mais...para o bem
de todos.
Mas me sinto bastante aliviado e fortalecido por seguir meus sentimentos e a
minha lealdade aos princípios límpidos e cristalinos que nos fazem respirar
com a mesma desenvoltura o ar que nos circunda, que tanto valorizamos,
exaltamos e tentamos conservar sempre limpo, se não para nós próprios (que
já o sentimos poluído), pelo menos para que nossos descendentes possam
usufruir melhor das suas benesses.
E viva a vida!
Um grande abraço,
Leduc
Lino Guedes responde:
Prezado Leduc, cabe aos amigos criticar. A crítica é um dos mais eficientes meios para ajudarmos a quem queremos bem e acho que você tocou no ponto certo. Valorizar o Nós e reequacionar o Eu.
Este projeto somente terá um destino glorioso sendo NOSSO. Por isso é que abri espaço para pessoas desenvolverem soluções para dificuldades existentes. O sítio em Guaratiba até agora tem sido, aparentemente, resultado de um esforço muito meu para que um dia floresça ali um projeto NOSSO.
Não me sinto humilhado solicitando ajuda para que possamos vir a desenvolver um projeto NOSSO, estou pedindo ajuda para NÓS, humanos, animais e plantas. O marketing do meu pedido poderá ser melhorado, claro, e para isso contamos com a ajuda dos marketólogos. Até agora tenho conseguido somente ajudar algumas pessoas a viver melhor através de meu trabalho e penso que todo o conhecimento que temos, irmanados, poderá vir a trazer benefícios muito maiores à sociedade e ao meio ambiente.
Valeu sua contribuição para valorizarmos o NÓS. Muito obrigado.
Agora, fala o Jorge Cobra (
jorgempm@... ):Olá Lino!
Magnífico não apenas seu artigo mas principalmente sua proposta!
Estou super interessado em poder oferecer alguma coisa para que possa
contribuir com esta iniciativa. Vejamos:
O LADO PESSOAL
Quando completei 10 anos de etiquetado sp+, no momento do meu "out" que foi
em Guaimbê S.P., uma clinica naturalista, formulei um projeto pessoal,
usaria 10 anos de pesquisa e estudo e ao completar 50 anos iniciaria uma
atividade voltada a saúde, qualidade de vida, da forma mais ampla ,
abrangente possível, como forma de agradecimento e retribuição a tudo que a
vida tinha me proporcionado, onde princípio básico de meu projeto pessoal
não é financeiro e sim "no profolic", voluntário preferencialmente.
As vezes brinco, mas no fundo curto muito isso mesmo, uma das vantagens que
a etiqueta me trouxe foi a aposentadoria os 28 anos de idade, não me
incomoda, em nada dizer que é por invalidez, o que me dá muito prazer é
saber que todo 3º dia útil (daqui a dois dias) em minha conta bancária será
depositado o meu salário ,aposentadoria que seja e para isso não preciso
fazer absolutamente nada, brinco também as vezes dizendo que sou funcionário
do Brasil, pago para viver e pesquisar sobre a visão dissidente do hiv/aids.
Não é uma fortuna, mas o que importa é que consigo viver com qualidade e
isto me dá uma grande liberdade de fazer o que eu gosto, quando quero e com
eu quiser. Isto não é Fantástico! Não sofro mais o fator estressante do medo
de ser mandado embora do trabalho,de gente puxando o meu tapete querendo o
meu cargo, sem atraso, sem medo de falir a empresa,enfim uma coisa muito
boa, que o hiv me trouxe.
Tenho visitado algumas clínicas e conhecido diversas terapias não
agressivas, tais como biotipo -Método Coreano , que se baseia na alimentação
como forma de cura, associado a diversas terapias populares como
hidroterapia,banhos de lama,etc. veja mais informações no site. www.spassodanatureza.com.br
A Equoterapia que pesquiso nestes últimos anos (www.cieb.com.br
http://www.andebrasil.org.br )Estou já agendado para dezembro finalmente c
conhecer Nazaré Paulista, em um espaço holístico criado a mais de 10 anos
pelo Trigueirinho (autor de livros sobre seres intraterrestre- hoje a
clinica segue outras filosofias). a Escola Alquimia um centro de estudos
sobre pensamento e consciência planetária idealizado por Zulma Reyo autoras
de diversas obras entre elas "Alquimia" . enfim estou no processo de
aprendizagem, e sempre os Kibuts me chamaram muito a atenção e toda a
literatura que tenho pesquisado estão apontando para esta direção, a questão
das comunidades rurais, agrícolas, auto-sustentáveis. Tendo em vista isto
saí da grande metrópole São Paulo após 20 anos e retornei ao interior (ao
meu interior também), conheço outras pessoas que já iniciaram este mesmo
processo, e temos trocado informações e experiências. enfim após esta longa
exposição é para concluir que sinto-me bastante identificado com a sua
proposta que reverbera dentro de mim.
O LADO PROFISSIONAL
No Terceiro Setor é muito trabalhado é a questão da missão tanto a nível
pessoal que deverá se identificar com a da organização para que haja a
formação do vínculo, que não se baseia nos padrões mercantis de ganhos
financeiros.
Por isso falei da minha postura pessoal, primeiramente, no enfoque prático
do lado profissional, minha especialização e experiência destes últimos 12
anos são na Captação de Recursos para Organizações do Terceiro Setor. (isto
também começou graças ao hiv-viu quantas vantagem ele trouxe a minha vida?,
mesmo que sua existência seja duvidosa, mas minha vida e experiências são
reais). A Captação de Recursos na verdade é uma das mais importantes
atividades para as organizações civis de interesse público (OSCIPS), contudo
não é um fim em si, mas um processo que é denominado Desenvolvimento
Institucional, um processo mais amplo,abrangente, interdisciplinar com
multifacetas de atuação, um processo holística aplicado a empreendimentos
(nas áreas humana , estrutural e organizacional). Dentro do Terceiro Setor
uma das palavras mais importantes é a parceria, como uma característica
própria e diferencial do setor, a parceria é uma forma de atuação que se
estabelece através de vinculações responsáveis, solidárias e de
empreendimentos conjuntos.
É isso que estou oferecendo a você e seu projeto.
Podemos fazer um estudo da viabilidade da formação desta parceria visando
instrumentalizar o seu empreendimento.
Para finalizar este jornalzinho aguardo seu contato para os acertos mais
práticos, preciso de dados, todas as informações possíveis e imagináveis,
começando pelos seus objetivos, sua meta, a sua missão, o seu público
alvo,sua idéia, enfim fale-me de seu sonho que já esta se realizando, e
estudaremos juntos todas as possibilidades de concretização.
Um detalhe, sou extremamente visual, caso tenha fotos, fatos, (lembra se
desta revista Fatos e Fotos? antiga né? -sou meio Jurássico)isto ajuda
muito, mas para inicio preciso conhecer mais sobre a sua proposta.
Vamos Lá?
Coraçãosamente
Jorge Cobra
43 Anos 15 Vencedor
Rua Campos Salles,45
14.700-420 - Bebedouro - S.P.
Fone Res 17 3345.3485
Fone Com 17 3343-6730
Responde Lino Guedes:
Prezado Jorge, aceito sua oferta de contribuição e ao ler seu texto me ocorreu a importância de colocar os e-mails de vocês ao lado dos nomes para que tenhamos assim a possibilidade de um papo tanto centralizado nesta troca de e-mails que detonei como também possam Ter um papo descentralizado, ou seja, assuntos mais específicos a serem tratados entre duas pessoas somente, quando interessar, de forma livre e democrática. Assim, vou inicialmente procurar lhe enviar fotos do sítio em Guaratiba. Neste fim de semana irei lá e procurarei tirar fotos do interior da casa de forma a mostrar o potencial dela e o que precisa lá ser feito. Tenho já uma câmara digital e me é isto muito fácil. Basta-me um pouco de tempo. Afortunadamente meu computador voltou a funcionar e desconfio de alguma ajuda não declarada... Com o envio das imagens, então, iniciaremos uma troca de informações sobre o sítio e sobre tudo o mais que se fizer necessário. Lembro que prometi um artigo sobre sexualidade e assumo que promessa é dívida. O assunto relaciona-se também à desertificação!
Bem, agora, vamos que nos fala o Rui (paranoia@...)
Olá.
Eu acho a ideia muito boa. Ainda há pouco mais de uma semana tive a hipótese de ler uma proposta de um projecto muito parecido a desenvolver aqui em Portugal. Eu gostava de estar envolvido num projecto destes, não sei é de que maneira o poderei fazer. Teria de me integrar em algo e depois as coisas surgirem por si só. Esse projecto aí no Brasil é só ainda uma proposta ou as coisas estão em que pé?
Depois da experiência que tive e da maneira como a tive, deixa de fazer sentido encarar a sociedade que temos como algo que eu me possa integrar e continuar como se nada do que tivesse vivido fosse algo que me marcou e que agora tenho é de procurar projectos deste tipo. No espaço de pouco mais de 1 semana apareceram dois muito parecidos. Ok.
Um abraço,
Rui
Prezado Rui, nos seria um grande prazer tê-lo conosco cá no Brasil, particularmente no sítio em Ilha de Guaratiba. Sítio aqui talvez seja o que aí vocês chamam de Quinta mas, as de vocês, penso serem muito luxuosas. A minha Quinta é somente uma casa de aldeia com alguma terra em volta (27.000m2).
Bem, Rui, o que importa, neste projeto, é que muitas células semelhantes surjam no mundo. Portugal tem áreas extremamente áridas. As ví assim no Alto Douro. Certamente há muitas áreas a serem recuperadas e claro, muitos europeus necessitando de tratamento tanto para as dependências químicas como para outras doenças.
Estimo que, se você entrar em algum projeto assim aí, que mantenha-se em contato conosco e possamos cooperar em busca de um objetivo comum: a melhoria da qualidade de vida para todos os seres e que possamos ajudar à humanidade a aprender a trilhar o caminho que leva à Felicidade, à libertação do Sofrimento, ou seja: à libertação do egoísmo, da ignorância e da violência.
Abraço fraterno a todos,
Lino Guedes
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Há tempos que prometo escrever sobre o Desert Greening Project e finalmente começo a fazê-lo agora. Certamente, com isto, inauguraremos uma troca de mensagens e caminharemos para o desenvolvimento de atividades relacionadas tanto à recuperação do meio ambiente quanto à recuperação do próprio ser humano.
Então, vejamos. O autor James De'Meo em seu livro Saharasia, nos apresenta, entre milhares de documentos, um mapa de umidade e um outro mapa sobre características comportamentais. Curiosamente estes mapas se sobrepoem.
James De'Meo ao longo de sua vida descobriu algumas coisas muito importantes que aqui aponto resumidamente;
1 - Os desertos do Velho Mundo, que vemos no mapa de umidade, extendem-se atualmente desde o extremo oeste da África, Marrocos, ao norte da China, o deserto de Gobi. Pois bem, o deserto do Saara está praticamente unido ao deserto de Gobi. Nesta região toda de 13.000Km de extensão em termos de longitude por talvez 1600 Km em termos de latitude, somente encontramos terras extremamente áridas, áridas, e semi-áridas.
2- De'Meo descobriu na literatura que já foi determinado que o Saara foi uma floresta úmida há somente 6.000 anos atrás e que o processo de desertificação foi um determinante cultural. Ou seja, a maioria das tribos que habitavam o planeta era de índole pacífica, de postura antropológica matriarcal e que isto tudo mudou para uma postura guerreira, nitidamente patriarcal após o início do processo de desertificação. Resumidamente, as tribos que habitavam tais áreas subitamente passaram a sofrer as agruras da fome e da seca e então, aquelas tribos mais violentas, capazes de atacar e roubar fontes de alimento, de água e terras de outras tribos foram as que sobreviveram e não somente impuseram às tribos vencidas sua cultura violenta, como também desenvolveram métodos para tornar seus membros mais e mais cruéis e assim, foi - se desenvolvendo uma cultura de sobrevivência pelo uso da violência. Não pretendo entrar neste momento nos métodos utilizados através dos séculos para atingir tal fim.
3 - Por outro lado, autores brasileiros perceberam que os aborígenes brasileiros habitantes da floresta amazônica, não criam rebanhos e como sabemos, os donos de rebanhos têm destruído nossas florestas brasileiras para o desenvolvimento de pastagens. Também sabemos que para se conseguir 1 Kg de carne bovina são necessários 15Kg ou mais de grãos e isto faz cair por terra qualquer argumento sobre a racionalidade da criação de gado estabulado pois se o gado não come capim, se não precisa de grandes áreas para pastar, come o grão que poderia estar alimentando muita gente. Para nós, a conta é antiga: quantas pessoas se consegue alimentar com 1Kg de carne de vaca ou mesmo de frango, comparando-se com o número possível de ser alimentado com 12 a 17 Kg de grãos? Bem, o índio brasileiro quando queria comer carne, saia para caçar e assim, não destruiu o meio ambiente como o fizeram os habitantes do Velho Mundo que, com seus rebanhos, precisavam cada vez de mais áreas destinadas a pastagens. Assim, aponto a criação de rebanhos, mesmo a criação de aves em cativeiro, como o maior instrumento de desertificação, haja vista a que os desertos do Velho Mundo continuam em expansão.
4- O outro lado da questão é que o uso da violência para subjugar, dominar, escravizar, roubar outros povos e fazer coisa semelhante com os animais tornou a humanidade insensível aos sofrimentos alheios. Insensível mesmo a sofrimentos de membros de suas próprias sociedades, haja vista aos processos utilizados para tornar seus membros cruéis (quem cria cachorros sabe que se um animal for submetido a torturas, se tornará um animal bravio), fez com que a existência humana se tornasse mais dolorosa e desprazeiroza do que naturalmente o seria. Se você se imaginar vivendo em uma sociedade composta por pessoas amorosas, assim mesmo não estaremos livres de sofrimentos tais como as doenças, os ataques por animais e insetos, as doenças, a morte de entes queridos, os desastres naturais e a própria morte em muitas situações de angústia.
Assim, viver em uma sociedade que por diversos séculos, cerca de 60 séculos, vem ensinando a seus membros a sobreviver através do uso da violência contra animais e contra seus próprios membros é uma experiência dolorosa e pobre em fontes genuínas de prazer.
5- A dor de vivermos em uma sociedade como a nossa, de sentirmos tanta dor (veja as promessas de guerra de Bush contra o Iraque, a guerra estúpida na qual estão metidos palestinos e israelitas, a violência com que os traficantes de drogas submentem as populações de nossas metrópoles, a violência que os colarinhos brancos submetem a população quando roubam divisas e as remetem a paraísos fiscais tornando assim impossível ao Estado cumprir com suas obrigações de fornecer estudo, saúde e segurança à população), a falta de fontes de prazer que gerem mais prazer, tudo isto, leva parcelas da população cada vez maiores a necessitar analgésicos (desde a dipirona, ao álcool, à cocaína, ao crack e à heroína), sedativos (desde o diazepan, o álcool, o tabaco, à maconha) e a drogas que gerem prazer tais como o açúcar e o álcool. Ou seja, o ser humano vê-se forçado ao uso de drogas para poder sobreviver, drogas tanto lícitas quanto ilícitas.
6- Em uma sociedade assim, a sexualidade torna-se doentia e fonte de doenças, quando seria fonte inesgotável de prazer e auto-conhecimento.
7- Tendo tudo isto em vista, procurando respostas a estes problemas, antevejo a criação de células financeiramente auto-sustentáveis que tanto façam o replantio de florestas em áreas devastadas, quanto a de preservação de áreas ambientalmente ainda intactas. Para isso, nosso grande trunfo: Clínicas de tratamento de dependentes de álcool e drogas!
Em tais clínicas, iremos ter o plantio e os cuidados com a flora e a fauna como um de nossos instrumentos de cura da dependência química. Claro que também utilizaremos outros instrumentos que visem tratar as dificuldades de relacionamento do dependente com suas fontes internas de vida como também suas dificuldades de relação com outros seres humanos através das mais diversas técnicas. Nosso diferencial será a conjugação da recuperação humana à recuperação ambiental.
8- Além das clínicas, devemos desenvolver outras atividades econômicas auto-sustentáveis destinadas a gerar empregos em atividades relacionadas diretamente com a recuperação ambiental tais como o desenvolvimento de fitoterápicos, plantas/jardinagem, artezanato com materiais naturais como por exemplo pequenas esculturas e objetos construídos com galhos provenientes de podas, hotéis fazenda, hotéis para observação de animais na mata etc.
9 - Ilha de Guaratiba - No município do Rio de Janeiro, nesta localidade, estou desenvolvendo um projeto ainda solitário de reflorestamento auto-sustentável e de relação humana com os vizinhos. Há lá dois homens que me ajudam a proteger a área como também plantam árvores e desenvolvem mudas para serem comercializadas para jardinagem. Mais alguns meses e já teremos alguma renda proveniente desta atividade. Dentre as árvores plantadas recentemente está a Sapucaia, árvore símbolo do fim do Império de D. Pedro II que a fez plantar na alameda principal de sua residência oficial, a Quinta da Boa Vista, aqui no Rio de Janeiro.
Recentemente me foi perguntado que tipo de ajuda pode ser oferecida a esta primeira célula e respondo assim:
1- Visite a área. Estou lá aos sábados. Muitas vezes também às sextas feiras. Ajude-me com alguma tarefa. Ajude-me mandando idéias para colocarmos em discussão e em prática.
2 - Pensemos no Projeto Plante Uma Árvore. Esta é uma proposta para que pessoas sejam donas e responsáveis por uma árvore (ou mais). A idéia básica é um simpatizante comprar uma muda de uma árvore frutífera, preferencialmente, e de nosso meio ambiente, e a plantar no sítio. Ficará com uma placa identificando o proprietário. Para isto, precisamos um plano mais elaborado e um contrato a ser assinado pelo futuro dono da árvore e o dono do sítio. Este projeto, tendo tido suas arestas aparadas, poderá ser extendido a outros proprietários de forma que o hobbie de cultivar árvores seja uma fonte de rendimento para proprietários de áreas que necessitem de reflorestamento.
3- A casa que lá tenho tem seus encantos mas, precisa de reparos. Pessoas que gostem de atividades de reparo de residências podem passar lá uns dias ajudando. Outros, podem enviar contribuições financeiras.
4- Contribuições financeiras. É necessário se desenvolver este assunto. Como pessoas físicas e jurídicas podem contribuir financeiramente e a troco de quê?
5 - Outras contribuições. Uma delas, escrever artigos sobre o assunto a serem publicadas no e-jornal Folha Verde (www.jornalexpress.com.br/folhaverde) .
tel. 2556 7737 / 99959422
Rio de Janeiro RJ Br
solicitamos que se inscrevam e divulguem os siteshttp://groups.yahoo.com/group/sangueOnegativo/ e http://groups.yahoo.com/group/theOnegativebloodclub/ para ajudar aos doentes que necessitam de sangue, geralmente para cirurgias. Visitem também http://www.meatout.org para cooperar também com a vida animal neste planetinha no qual nossa humanidade tanto os faz sofrer.
Leia, publique e anuncie em www.jornalexpress.com.br/folhaverde
Obrigado pela atenção .
Lino
moderador de:
http://groups.yahoo.com/group/theOnegativebloodclub/ site destinado a divulgar pedidos de sangue para doentes e acidentados, em inglês e também em português
http://groups.yahoo.com/group/FairCrueltyFreeProducts um site destinado à divulgação gratuita de produtos e serviços livres de crueldade
http://groups.yahoo.com/group/worldandmiddleeastforum um site dedicado a estimular a discussão internacional dos problemas que afligem aos povos