Dr Arnulf Koeppen's research paper, "The Dentate Nucleus in Friedreich's Ataxia - The Role of Iron-Responsive Proteins" has now been published. (Like his paper on the heart, this research was also based on my son Benj's organs.)
Cc: Mary Kearney; Jennifer Farmer; MariLuz González Casas
Sent: Thursday, May 31, 2007 12:03 AM
Subject: Re: urgent request for a FARA patient registry guide in Portuguese
FARA has a Brazilian Patient Liaison named Claudio Dacier Lobato. I send all of our Portuguese-speaking patients and families to him. Claudio is a college student in Brazil in the health field. He was a foreign exchange student who lived with our family in the US for a year and a second time for 9 months. He knows a lot about the research, FARA and FA patients; as our son Keith has FA.
Until Claudio can translate the document, please have any Portuguese speaking patients contact him at cmdluguia@... He has already helped Brazilian patients register by stepping through the process in translation.
purtroppo non sono in grado di darti alcuna informazione su un buon neurologo in Cile.
Colgo l'occasione per complimentarmi con te per la tua bellissima iniziativa di fondare un'associazione cilena dedicata alle atassie.
Il Cile è un grande paese!
Come saprai in Brasile ci sono l'associazione ABAHE e la mailing-list Ataxianet con 327 iscritti e in Argentina l'ATAR con una mailing-list di 53 iscritti.
Di recente in Messico è stata avviata una mailing-list molto vivace che conta già 20 iscritti e mi risulta che abbiano intenzione di fondare anche lì un'associazione.
MI NOMBRE ES STHEPHANIE, TENGO 22 AÑOS, SOY CHILENA Y HACE MUY POCO QUE SOY PARTE DE ESTE GRUPO, ADEMAS NO HE HABLADO MUCHO HACI QUE NO CREO QUE ME CONOSCAN.
APARTE DE MANDARLES MUCHOS SALUDOS Y CARIÑOS A TODOS, QUIERO PREGUNTARLES ALGO, TAL VEZ MI IGNORANCIA ES GRANDE PERO BUENO ES PARA SALIR DE ELLA QUE PREGUNTO. EN EL POCO TIEMPO QUE LLEVO ME HE DADO CUENTA DE LA GRAN CANTIDAD DE ATAXICOS Y AF EN ESPAÑA, Y ME LLAMA TREMENDAMENTE LA ATENCION, ES SOLO CURIOSIDAD,
UN BESITO A TODOS
STHEPHANIE
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II Encontro de Ataxias do Estado de São Paulo reúne 130 pessoas na cidade de Tremembé
Reportagem: Divulgação ABAHE
Inserida em: 2/5/2007
A palavra ataxia vem do grego: ataxis, e quer dizer sem ordem ou incoordenação. Significado oposto ao que foi o II Encontro de Ataxias do Estado de SP, promovido pela Associação Brasileira de Ataxias Hereditárias e Adquiridas (ABAHE), no dia 14 de abril, em Tremembé, interior do estado de São Paulo, evento que reuniu cerca de 130 pessoas, entre portadores da doença, familiares e amigos. Desde à chegada dos primeiros participantes na Escola Municipal Prof. Ernani Gianico, o Encontro seguiu em ordem, organizado, com a qualidade esperada pela equipe idealizadora. A reunião contou com uma equipe voluntária composta por mais de 40 pessoas do Vale do Paraíba e de São Paulo, de acordo com Priscila Fonseca, vice-presidente da ABAHE e coordenadora executiva do Encontro. Toyodrive, Milclean, Carrefour, Rotary Club de Pindamonhagaba e Calgeseg patrocinaram o evento, que contou ainda com o apoio de voluntários do Centro Espírita Maria de Nazaré e da ONG Pensar Brasil - Centro de Multicomunicação, e com uma equipe de caronistas, além de outros voluntários, da própria escola em que o encontro foi realizado, da Polícia Militar, Prefeitura de Tremembé e TV Cidade.
Os trabalhos foram iniciados com as palestras de Dra. Iscia Lopes Cendes - médica geneticista, chefe do departamento de genética da Unicamp. Trabalha com ataxias desde 1991; participou da descoberta dos genes da SCA2 e da SCA3 - Doença Machado-Joseph (DMJ); criou o ambulatório de Neurogenética da Unicamp em agosto de 1997 - e de Dr. Marcondes França Jr. - médico neurologista do grupo de neurogenética do HC da Unicamp; doutor em SCA3.
Os palestrantes apresentaram um panorama geral sobre ataxia, lembrando que é um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico. É um termo que cobre uma grande variedade de desordens neurológicas e que faz parte do quadro clínico de numerosas doenças do sistema nervoso.
Dr. Marcondes França Jr. abriu sua explanação contando sobre os tipos de ataxia conhecidas. Também discorreu sobre os tratamentos disponíveis, utilizando-se de medicação e de terapias complementares como fisioterapia, fonoaudiologia, hidroterapia, equoterapia.
Dr. Marcondes França Jr., médico neurologista
Dra. Iscia falou sobre os principais aspectos das ataxias hereditárias, tais como herança genética, modos de transmissão genética, riscos para prole e irmãos de indivíduos doentes. Aspectos de genética molecular (DNA), exames, indicações (para que servem), quem deve pedir, testes preditivos ou pré-sintomáticos, aspectos éticos e cuidados a serem tomados na realização dos mesmos. Também explicou que cerca de 30% das ataxias permanecem sem diagnóstico definitivo, mesmo havendo teste genético e molecular. Segundo a doutora, é impossível sabermos qual a proporção da população afetada no Brasil. Isso depende de estudos epidemiológicos: "parar de casa em casa e perguntar: aqui alguém tem ataxia? quantas pessoas?", disse. Na Islândia e na Noruega essa proporção é de 1:100.000 (uma pessoa com ataxia para 100 mil nascidos). Em compensação, no arquipélago de Açores, esse índice chega em 1:500 na ilha das Flores, e 1:250 na ilha São Miguel. "Por aqui, a proporção da população afetada deve ser alguma coisa entre a Noruega e os Açores", falou. Dados empíricos fazem com que a doutora acredite que a DMJ é de longe o tipo mais comum no país.
A doutora também enfatizou a importância do acompanhamento de uma equipe multidisciplinar - com psicólogo, geneticista e neurologista, principalmente - ao familiar em risco de portar a doença, antes da realização dos testes preditivos (ou pré-sintomáticos). Esta preparação é extremamente importante para o familiar decidir se quer ou não fazer o exame, e se quiser fazer, na hora de receber o resultado, pelo impacto causado.
Dra. Iscia Lopes Cendes, médica geneticista
Outra informação passada pela geneticista é sobre a vinda do dr. Henry Paulson ao Brasil. Pesquisador norte-americano da Universidade de Iowa, é uma das maiores autoridades mundiais em ataxias. Disse que tentará com dr. Henry um convênio para importar ratinhos com SCA3. "O problema de importar ratinhos doentes não é tanto o preço, mas o tempo que isso leva. Nossa burocracia segura os bichinhos de um a dois anos na alfândega", contou a doutora. Sua intenção é aplicar sua técnica de RNAi, criada aqui no Brasil, nos animais.
O período da tarde foi dividido em dois momentos. Primeiramente, os fisioterapeutas Leandro Munhoz - que trabalha com pacientes semi ou totalmente dependentes, em domicílio, hospitais e casas de repouso - e Cláudio Solina - que trabalha basicamente com a técnica da miofasciaterapia (técnica de liberação de pontos gatilho) - dividiram a mesa.
Leandro Munhoz focou sua palestra na necessidade de atividades respiratórias simples para que se potencialize a capacidade de fortalecer a cadeia respiratória/pulmonar do portador de ataxia. Foram distribuídos kits com apostila com roteiro de exercícios respiratórios, luva de látex, canudinho e pinça nasal. Dez aparelhos Respiron foram sorteados entre os portadores.
Cláudio Solina focou sua palestra nas causas que geram as incapacidades por perdas musculares (respiração, deglutição, mastigação, incoordenação da marcha e de outros movimentos) e por perdas psicológicas (coragem para sair na rua, encarar as pessoas, o trabalho, medo de subir e descer escada). Falou sobre a depressão, família, cuidados, higiene e sociedade.
Priscila Fonseca, vice-presidente da ABAHE e coordenadora do Encontro
O ponto alto de sua palestra foi em relação aos tratamentos (fono, fisio, medicamentos) e os exercícios que o atáxico deve praticar com toda a segurança para evitar quedas, fraturas, enrijecimentos.
Em seguida, Fátima Alves Peck - terapeuta naturalista, especialista em florais de Bach e em arteterapia, mestre em Reiki - fez uma palestra sobre auto-estima, auo-valorização.
O II Encontro de Ataxias do Estado de SP foi encerrado com coffee break, enquanto os participantes compartilhavam experiências, trocavam contatos e muitos abraços.Segundo Priscila, o III Encontro já está sendo pensado e acontecerá em outubro deste ano, na capital paulista, sob organização da presidente, Eliana Pino. Sobre o II Encontro, disse: "Apesar das preocupações, valeu muito a pena. É muito gratificante ver que o objetivo da ABAHE - trazer informação, integração, essa troca entre profissionais de saúde, cuidadores e portadores - foi alcançado."
SELECTIVE IRON CHELATION IN FRIEDREICH ATAXIA. BIOLOGICAL AND CLINICAL IMPLICATIONS
Nathalie Boddaert1, Kim Hanh Le Quan Sang2, Agnès Rötig2, Anne Leroy-Willig3, Serge Gallet4, Francis Brunelle1, Daniel Sidi5, Jean-Christophe Thalabard2, Arnold Munnich2 and Z. Ioav Cabantchik6
4 To whom correspondence should be addressed at the Alexander Silberman. Institute of Life Sciences. HebrewUniversity, Safra Campus-Givat Ram, Jerusalem91904, Israel. voice: +972-2-6585420; fax: 6586974 ; email: ioav@...
Summary
Genetic disorders of iron metabolism and chronic inflammation often evoke local iron accumulation. In Friedreich-ataxia, decreased iron-sulphur-cluster and haem formation leads to mitochondrial iron accumulation and ensuing oxidative damage that affect primarily sensory
neurons, myocardium and endocrine glands. We assessed the possibility of reducing brain iron accumulation in Friedreich-ataxia patients with a membrane-permeant chelator capable of shuttling chelated-iron from cells to transferrin, using regimens suitable for patients with no
systemic iron overload.
Brain MRI of Friedreich-ataxia patients compared to age-matched controls revealed smaller and irregularly shaped dentate-nuclei with significantly (p<0.027) higher H-relaxation rates R2*, indicating regional iron accumulation. A six-month treatment with 20-30mg/kg/d deferiprone applied on nine adolescent patients with no overt cardiomyopathy reduced R2* from 18.3±1.6 to 15.7±0.7msec-1 (p<0.002) specifically in dentate nuclei and proportionally to the initial R2* (r=0.90). Chelator-treatment caused no apparent haematological or neurological side-effects, while reducing neuropathy and ataxic-gait in the youngest patients.
To our knowledge, this is the first clinical demonstration of chelation removing labile iron accumulated in a specific brain area implicated in a neurodegenerative disease. The use of moderate chelation for relocating iron from areas of deposition to areas of deprivation has clinical implications for various neurodegenerative and haematological disorders.
Introduction
Tissue iron overload and ensuing organ damage have generally been identified with transfusional hemosiderosis and genetic hemochromatosis (1). Liver, heart and endocrine glands are among the most affected organs in these forms of systemic iron overload (1). The source of tissue iron overload has been traced to plasma iron originating from enteric hyperabsorption of the metal and/or enhanced red cell destruction. The labile forms of plasma iron (LPI) that appear as transferrin becomes saturated, can permeate into particular cell types by unregulated mechanisms and cause labile iron pools to raise and challenge cellular antioxidant capacities (2).
However, in chronic inflammation (3) and in various genetic disorders (4), iron accumulates in particular cell types attaining toxic levels, even in the absence of circulating LPI and often even in iron-deficient plasma. In Friedreich ataxia (FA), an expansion of a GAA repeat in the first intron of the nuclear encoded frataxin gene (5,6), results in underexpression of a mitochondrial protein involved in the assembly of iron-sulphur-cluster proteins (ISPs) and/or in protecting mitochondria from iron-mediated oxidative damage (7). The defective ISP formation that causes a combined aconitase and respiratory chain deficiency (complex I-III), leads in turn to mitochondrial accumulation of labile iron (8,9) and ensuing oxidative damage in brain, heart and endocrine glands. However, the pathophysiological role of mitochondrial iron accumulation in oxidative damage found in FA (5,9) and other neurological disorders (10-13) has not been resolved.
In analogy to transfusional iron overload, histopathological and magnetic resonance imaging (MRI) studies of FA patients have shown that iron accumulates not only in heart but also in the spinocerebellar tracts (dentate nuclei) and spinal cord (10). Those and other pieces of evidence implicated labile iron in the oxidative damage and called for the use of antioxidants and/or chelators of iron as possible treatments of FA and other neurological disorders (13-18).
Initial studies with the antioxidant idebenone in FA indicated some cardioprotective effect, but no improvement in the ataxia (17). On the other hand iron chelation therapy has not been used in FA for two main reasons: a. lack of validated clinical methods for assessing the levels of accumulated iron in the brain and their accessibility to chelators and b. the risk of a chelating drug being neurotoxic and/or inducing global iron depletion in haematologically normal or mildly hypoferremic patients (19,20). However, the recent adaptation of MRI for assessing iron accumulation in liver (21) and heart of siderotic patients (22,23) and in brain (10,15,24) has offered a new possibility for in situ assessment of chelation treatment in FA and other forms of neurodegeneration (11,12) with brain iron accumulation (NBIA) (13).
In the search for candidate chelators with clinical record, we focused on membrane permeant agents that demonstrably reduced the production of reactive oxygen species (ROS) in living cells by reducing the levels of intracellular labile iron (25). In specifically selecting the
orally active Deferiprone (3-hydroxy-1,2-dimethylpyridin-4-one, DFP) in preference to other agents, we considered five essential properties for treating a condition of local rather than global iron accumulation (26): a. permeation, which endows the drug with the ability to cross
membranes, gain access to cell organelles and reduce iron-dependent free radical formation (2); b. extra-hepatic iron chelation ability, as applied to cardiac siderosis ( 22,27); c. ability to act selectively on the most accessible iron pools defined as labile iron pools (28, 29), as well as on subcellular compartments (2), without depleting transferrin-bound iron from plasma (30); d. ability to transfer iron chelated from the labile pools of cells to biological acceptors such as circulating transferrin (30) and e. ability to cross the blood brain barrier (31).
An efficacy-toxicity phase I-II open trial with DFP was performed on adolescent FA patients who have been on idebenone for several years, had normal echocardiogram but showed no improvement in brain MRI profiles or neurological indices. A treatment based on moderate chelation regimens based on oral DFP was applied with the view of reducing iron accumulated in specific brains areas, such as the dentate nuclei, and eventually ameliorating the neurological condition without adversely affecting haematological parameters.
Methods
Patients and study design.
Patients (age 14-23) were diagnosed for Friedreich ataxia (FA) by detecting the trinucleotide repeat expansion in the first intron of the frataxin gene. They were randomly selected from a population that had been treated with idebenone (10 mg/kg/day, in 3 p.o. doses) for at least two years prior to inclusion and continued antioxidant treatment during this study. The protocol used was designed so as to initiate treatment with a relatively low daily dose of DFP and application of strict criteria for suspending treatment following lack of tolerance due to neuronal, muscular or gastrointestinal discomfort or haematological changes. A group of 13 patients (4 males and 9 females), were randomly sub-selected to receive for up to six months either 20 or 30 mg/kg/d DFP (procured from Apopharm, Toronto, Canada) divided into two daily oral doses. A plan of staggered patient enrollment was applied with the view of minimizing the risk of drug toxicity Groups of three patients entered the study every two months, at 2 week intervals. Treatment was initiated with the lower dose. If tolerance to treatment with evidence of efficacy was found in 2 of 3 patients, a second group of patients enrolled with the same dose. If tolerance was found without evidence for efficacy in 2 of 3 patients, the second group of three patients enrolled with the higher dose. If intolerance developed in 1 of 3 patients, the treatment was continued with only the two others in the group. Only 9 patients completed a six month course of DFP, with brain MRI examinations performed at inclusion and at 1, 2, 4 and 6 months of treatment. As control for no DFP treatment we used 9 patients that were only on idebenone therapy. The protocol was promoted by Assistance Publique-Hopitaux de Paris, approved by the institutional ethical committee and registered at the National Health Authority (AFSSAPS) and at the International Protocol Registration System (www.clinicaltrials.gov) (study ID:NCT00224640). A written informed consent was obtained from patients and parents.
The International Cooperative Ataxia Rating Score (ICARS) was used to assess the symptoms of ataxia before and after month 1 and 6 of the study (32) with four subscales: posture and gait disturbance, kinetic functions, speech disorders and oculomotor disorders. Scores were summed to give a total score (0-100), with higher numbers indicating worse ataxia. The Perdue Pegboard test applied by the same investigator on a limited number of patients was used for assessing the speed performance, delicate movements and manipulative dexterity. The participant was asked to insert as many nails as possible into preset holes, linearly drilled into a wooden board in a limited space of time (20†with two hands, separately and together).
The risk of agranulocytosis and other potential adverse effects of DFP observed in 1% of thalassemia patients (19,26), led us to closely monitor patients for neutropenia, agranulocytosis, musculoskeletal pain and zinc deficiency which included weekly blood counts, serum iron, ferritin and transferrin concentration and renal and liver function.
MRI measurements.
Clusters of iron cause local non-homogeneity in magnetic field and therefore decrease the MRI signal of surrounding water. This leads to variations in the apparent transverse relaxation rate (R2*), or its inverse T2*, the indexes used to quantify MRI signal decay (11, 20). Assuming a homogeneous external magnetic field, changes in R2* reflect variations in local iron concentration or in deoxyhemoglobin levels due to regional changes in blood perfusion (31). MRI examinations were done on a 1.5 T Signa unit (GE Medical Systems, Milwaukee, WI, USA) using a phased array head coil. Deep grey structures were localized by using a T2*-weighted echo-planar sequence. A voxel encompassing the left and right nuclei (dimensions 6 x 3 x 2 cm3) was positioned on the largest section of dentate nuclei and its automatic shimming was performed to minimize regional magnetic field variations. For each selected section iron monitoring was performed by using a single-slice multi-gradient-echo sequence (field of view 24 cm, 255x224 matrix, slice thickness: 5mm, TR: 400 ms, ten echoes at TE from 10ms to 100 ms, flip angle: 50°, acquisition time: 3 minutes). Volume selection for shimming and single slice multi-gradient echo acquisition was repeated at the level of pallidal nuclei. The determination of R2* was performed from data of the multi-gradient echo sequences by adjusting in each pixel the Si signals obtained at echo times TEi (i = 1.10) according to the equation Si = So.exp (-R2*.TEi). A high resolution image of local R2* values was built and the mean value of R2* was calculated in various regions of interest (ROI's), by the same radiologist.
At 1.5 tesla, the image resolution attained was adequate for obtaining only a single elliptical ROI of 10 mm2 , typically placed at the center of each nucleus in order to minimize R2* variance.
MRI measurements were made twice on the same day at 2 hrs intervals. As internal control, several (2 or more, depending on the size of the region) circular ROI's of 24 mm2 were drawn in the white matter of cerebellar hemispheres posterior to the dentate nuclei, where iron
concentration is assumed to be low, and in pallidal and thalamic nuclei.
Statistical analyses.
At the basal state, R2* values in the various structures were compared using a generalised estimating equation (GEE) model, taking into account the individual levels with both the cerebral structure and the side as categorical covariates. For each cerebral structure, repeated MRI measurements over time were analysed using a GEE model with the time of measurement as factor. Individual contributions were weighted using the inverse of the variance of R2* in the corresponding region of interest. All calculations were carried out using the GEE procedure from the geepack library, R statistical package (http://www.R-project.org). A p value < 0.05 was considered significant. Tests were adjusted for multiple comparisons according to the Bonferroni’s rule. Anova (one way) and Student paired t-tests were carried out with Origin v 7.5 (Originlab Corp., NorthamptonMA)
Results
Changes in morphology and in iron levels in specific brain areas.
The images displayed in Fig. 1 were selected among those obtained with FA patients at the onset of chelation treatment (n=9 that completed the treatment) and among age matched adolescents that were admitted for unrelated conditions. The images highlight the morphological changes in size and shape that dentate nuclei undergo in 3 representative adolescent FA patients compared to age matched controls (Figure 1).
The mean R2* constants (in s-1) calculated for various ROI’s of a brain area of a given individual showed reproducibility (measured by the variation coefficient in repeated examinations) of 4% in dentate nuclei and 6% in cerebellar cortex. The calculated R2* values in the dentate nuclei were significantly but not substantially higher in FA than in controls (R2* =18.3 + 1.7 s-1 as compared to 16.6 ± 1.2 s-1, p<0.05) (n=9 in each group). In addition, the R2* values in FA (n=9) were relatively higher in pallidum (19.6 ± 1.9 s-1, p<0.05) than in their dentate nuclei and lower in their cerebellum and thalamus (13.9 ± 0.6 s-1, p<0.05 and 15.2 ± 2.8 s-1, p<0.05 respectively), in accordance with the relative amount of iron chemically detected in those areas in normal individuals (15, 34-36).
Unlike in a previous study (10), the increased R2* values observed in dentate nuclei of FA patients showed no correlation with age, possibly because of the small group of patients that participated in the study. The increased R2* values might reflect changes in: a. accumulation of iron as proposed earlier (10,15,24,34-36) and by analogy to what has been obtained in other organs in systemic iron overload (21-23) and b. deoxyhemoglobin levels underlying reduced blood perfusion caused in damaged brain areas (33). Although the chemical nature of the accumulated iron is not known, an iron chelator that might have access to the affected areas could be instrumental in discerning between the relative contribution of the above 2 factors and provide some insights into the nature of the local iron contributing to the R2* values. Following 20-30 mg/kg/d DFP administration to 9 FA patients, there was a significant decrease in the relaxation rate R2* in dentate nuclei from 18.3 + 1.7 s-1 at treatment onset to 16.2 ± 0.8 s-1, p<0.001) after one month, to 16.6 ± 1.3 s-1, p<0.002 after 2 months, to 16.4 ± 0.8 s-1, p<0.01 after four months and 15.7± 0.7 s-1, p<0.002) after six months of DFP administration (Fig. 2).
Although the profiles of R2* values differed among patients in the course of DFP treatment, they reached a basal level after 2-4 months. Moreover, no short-term difference was observed between the two doses of DFP (20 and 30 mg/kg/day), suggesting that maximal efficacy might apparently have been reached with the lowest dose. However, following a six-month course of treatment with DFP on 9 patients there were no morphological changes in dentate nuclei detected or any significant changes in R2* values in other sections of the brain. The respective mean ± SD of R2* values at month 0 and 6 were: 19.6±1.9 vs 19.2± 1.4 in pallidal nuclei, 15.2±1.9 vs 14.6±0.9 in thalami and 13.9±0.4 vs 13.9±0,53 in cerebellar white matter regions. A comparable group of patients treated only with idebenone for 6-12 months showed no significant change in R2* in any of the above regions of the brain, including the dentate nuclei (Boddaert and Munnich, unpublished) (Figure 2).
Analysis of R2* changes following 6 months of DFP treatment (Fig. 2) revealed that the higher the R2* at the onset of treatment the greater the decrease in R2* (Fig. 3). The relative change in R2* correlated linearly with the initial R2* value (inset of Fig. 3). Only 1/9 treated patients (with initially low R2* value) showed no significant change after six months of DFP treatment. We interpret these results as indicating that DFP chelates labile iron that specifically accumulated in dentate nuclei (Figure 3).
Changes in clinical parameters during treatment.
An initial treatment was applied on two FA patients using a DFP dose of 80 mg/kg/day (2 daily servings), which is in the therapeutic range used on thalassaemia subjects (15,16, 21) and recommended by Apopharm. The treatment was suspended after two weeks due to serious adverse reactions in one of the patients that included: fatigue, headache, nausea, dizziness, poor head control, abnormal eye movements and fluctuating consciousness. An inquiry revealed that the affected patient had been for 2 weeks on a cloroquine-proguanyl prophylactic therapy for malaria, raising the possibility of drug-drug interactions. However, as such events have not been reported in thalassemic patients receiving DFP for transfusional iron overload (19,20,26), we assume that FA patients, having no systemic iron overload, might display a lower toxicity threshold for DFP. Another possibility is that an excessively high peak level of drug is attained in plasma following oral intake of unitary doses of 40 mg/kg/d, twice a day, rather than 25 mg/kg/d doses taken thrice a day by Thalassemia patients (19).
The six month study plan was therefore redesigned and dosing limited to 20-30 mg/kg/day DFP. Of the 13 patients that entered the new protocol, 3 were withdrawn because of complaints of muscular-skeletal pain, or dizziness or Guillain Barre syndrome and 1 because of agranulocytosis that resolved afterwards. Of the 9 that completed the study, a neurological improvement was noted by parents and uninformed relatives within four weeks of treatment.
Constipation, incontinence and some subjective signs of peripheral neuropathy disappeared within two months. Limb extremities, which were cold, mottled and hypersensitive, warmed in several patients with the sensation of feeling one’s feet and floor surface again. Delicate
movements and manipulative dexterity (e.g, handwriting, keyboard typing, hairdressing, eye make-up) and speech fluency were reportedly improved in several patients (Table 1). General strength, quality of sitting, standing and facility of transfers (from bed to wheelchair or toilets)
also improved. The youngest (14 years) treated patients benefited most from the trial in term of delicate movements, balance, stability and autonomy. These observations were seemingly unbiased, as they were independently and consistently reported by the parents and/or by
supporting personnel (Table 1). They yielded modest but significant changes in ICARS scores following 6 month treatment, with the youngest patients attaining ≥10% improvement. The inclusion of patients at a higher dose of DFP (30mg/kg/day), essentially reproduced the above
observations in terms of tolerance and relative efficacy of DFP, improvement in speed of performances and dexterity (Table 1). The Perdue Pegboard test which objectively assesses the impact of the drug on manipulative dexterity was applied on 3 patients randomly selected at the onset of treatment with DFP. The mean scores fell significantly (p>0.05) from 44±7 to 35±5 following a 6 month chelation treatment (not shown).
Changes in biochemical and haematological parameters during treatment
Administration of DFP resulted in a small but significant decrease in serum ferritin levels in only two patients, but with no significant change in haemoglobin or plasma iron levels (patients C and I, Table 2). A retroactive inquiry revealed that the two patients entered the study after recovering from recent infectious episodes, possibly causing an elevated serum level of the acute-phase reactant ferritin.
Discussion
Iron accumulation has generally been taken as an indication for potential biological damage due to the propensity of the metal to evoke oxidative stress when present in labile forms (37). This has been assumed to be the case in organ iron overload resulting from the presence of high levels of LPI (2) and in various disorders in which iron accumulates in particular organs as a result of chronic inflammation (3) or disorders of cell iron metabolism (4,38). For systemic iron overload, the use of iron chelators has had an unquestionable therapeutic record, particularly in the treatment of hemosiderosis of various types (14,20,25) and more recently in preventing or reversing iron-evoked cardiac failure in thalassemia (23,27, 39). A major contribution to the recent success in the treatment of iron overload is the advent of non-invasive techniques for assessing organ iron overload that paved the road for optimizing the chelation regimens, particularly MRI measurements of iron accumulation in organs such as liver and heart (21-23).
In FA, the evidence of iron accumulation in mitochondria (5, 8, 9) was supported by studies indicating early iron accumulation in the cerebellum of patients (particularly the dentate nuclei) (10, 15). However, the pathological role of iron as a causative or exacerbating factor in
FA (5, 40) and in other neurological disorders (11-13,16) has remained a matter of debate.
Similarly controversial is the use of iron chelators for treating FA and other neurological conditions (14, 18, 41). In these diseases the proposed target of chelators is detoxification of iron accumulated in specific brain areas and for FA possibly also in the heart and endocrine
glands. However, in FA, where there are either normal or marginally lowered levels of plasma iron (42,43) it may be considered inadvisable to chelate iron needed to support iron-sulphur cluster formation (44,45), which is already impaired due to frataxin deficiency (5). The design of a chelator that is orally active, membrane permeant and capable of scavenging iron from mitochondria of specific areas of the brain, while sparing the bulk of physiologically essential iron, is a challenging task.
The present study was an initial attempt to approach that problem at the clinical level with the view of assessing by MRI the accessibility of iron accumulated in dentate nuclei of FA patients to a chelator in clinical use in iron overload at doses considered to be safe (19). The FA patients engaged in the phase I-II open label study by random selection were in the 14-23 age range, all treated for several years with the free radical scavenger and antioxidant idebenone (17, 46,47). These patients showed essentially no functional cardiac complication or abnormal echocardiograms and yet there were no indications for R2* changes in any area of the brain or neurological effects attributable to antioxidant treatment. At the onset of the study, the dentate nuclei of the nine randomly selected adolescent FA patients showed MRI-detectable alterations in shape and R2* values that were marginally but significantly different from normal individuals (Fig. 1). This reinforces the previous neuropathological observations of iron accumulation and tissue damage (10, 15), but not unequivocally, since changes in R2* in damaged brain areas could also be attributed to changes in deoxyhemoglobin concentrations due to altered blood perfusion (33). However, if the R2* value represents even in part an accumulation of iron in specific areas of the brain (e.g. the spinocerebellar and pyramidal tracts, spinal cord and dorsal root ganglia), it would mean that iron accumulation might be relatively early event in FA, since it was evident in very young patients. We reasoned that if in FA some component of R2* might be in equilibrium with labile iron forms, namely those that are redox active and potentially chelatable (25), then chelation treatment might decrease R2* values in the areas of interest and possibly confer antioxidant protection. The alternate explanation that an iron chelator might affect blood perfusion is not inconceivable, but highly unlikely.
The selection of the hydroxypyridinone Deferiprone (FerriproxR or L1) iron chelator that has been approved in Europe for treating some cases of thalassemia (19, 20, 26, 38) was based on several criteria: a. the orally active membrane-permeant iron chelator (29) efficiently removes iron from mitochondria in living cells (2, 48) and b. the chelated iron complex, deferiprone-Fe, can transfer iron to transferrin (30). This condition is satisfied as long as transferrin is not iron saturated, as is the case with FA patients (Table 1; 42) and the chelator is used at moderate doses; and c. owing to its small molecular weight and favourable chemical properties, the drug was also expected to readily cross the blood-brain barrier, as animal studies indicated (31). The selected dosage of deferiprone was 20-30 mg/kg/day, namely one fourth the daily dose used in thalassemia major (19, 20) and in the range to have experimentally no adverse effects on irondependent brain enzymes (31).
The initial purpose of this efficacy-toxicity study was to monitor chelator evoked changes in brain iron deposits using MRI, with the view of assessing the feasibility of conducting a longterm evaluation of DFP on disease progression. The selection of R2* measurements as indicators of brain iron deposits was based on the wide experience gained with MRI (15, 34-36), particularly in animal and clinical studies in which DFP demonstrably reversed the changes in heart T2* values caused by iron overload and improved cardiac ejection fraction (22,23). In FA, deferiprone given at relatively low daily doses, efficiently and progressively decreased iron accumulated in dentate nuclei in 8/9 patients, as reflected in the R2* values (Fig. 2). For most treated patients the major reduction in R2* was within two months of treatment and the larger the initial R2* value the more robust and proportional the change evoked by the chelator (Fig. 3 and inset). This would indicate that the R2* values provide a quantitative measure for chemical forms of potentially chelatable iron accumulated in the dentate nuclei. Moreover, with our knowledge of deferiprone’s ability to scavenge cell iron (2,29,48) and assuming the concentration of chelator attained in brain to be similar to that in plasma (at most 20-30 μM at peak values following a single 10mg/kg/d dose of chelator and a t½ value of 2-3 h in plasma) (26), one can deduce that the R2* in the dentate nuclei represents: a. accumulated forms of iron which are labile and directly chelatable and/or b. accumulated forms of iron (e.g. ferritin) that chelation can indirectly reduce by triggering proteolytic degradation of ferritin. Thus by binding labile iron, deferiprone might shift the equilibrium away from cell accumulated metal, as shown before by us in myeloid cells (49) and implied in recently published studies on biochemical properties of ferritin iron (50, 51). As to the chemical nature of the labile iron forms, those might be comprised of low molecular weight iron complexes (2) and/or of iron loosely bound to enzymes such as hydroxylases (31). This is in line with the observed susceptibility of frataxindeficient systems to iron-driven ROS formation and oxidative damage and their protection by iron chelators (41), but apparently not with the lack of changes in mitochondrial labile iron detected in lymphoblasts derived from FA patients (52).
A interesting observation was that, other than dentate nuclei, no other brain areas of FA patients underwent any significant change in R2* upon chelation treatment. This apparent selectivity can be explained by one or more of the following possibilities: a. the chelator has no access to areas other than the dentate nuclei; b. the forms of iron in other areas are not easily chelatable, either because they are compartmentalized or associated with degradation products of ferritin such as hemosiderin (45) or c. other factors contribute to R2* in areas outside the dentate nuclei. To our knowledge, the present study provides the first in situ demonstration of iron chelation acting in a specific area of the brain in the clinical setting.
In the present efficacy/toxicity phase I-II study there were no a priori expectations regarding clinical benefits that could be obtained in a 6 month trial period. However, particular consideration had to be given to the appearance of any adverse reactions to treatment and
especially to haematological changes that even a mild chelation treatment could evoke in FA patients that were already borderline hypoferremic-hypoferritinemic at inclusion (Table 2). As shown, the fact that 1/13 patients withdrew from the study because of agranulocytosis, 2/13 due to drug intolerance and 1/13 due to an unrelated condition, might indicate a lower tolerance to deferiprone in FA than in Thalassemia (19, 20). From Table 2 we deduced that the mild regimen of chelation used for up to 6 months on the remaining 9 FA patients was seemingly safe.
Nonetheless, despite the apparent lack of statistically significant haematological changes impaired by moderate oral chelation, we noted a trend of mild but steady decrease in blood ironassociated parameters. This calls for a close surveillance in future trials aimed at optimizing treatment.
We also noticed that a moderate chelation treatment can significantly shift the range of R2* (s-1) measured values in dentate nuclei of FA patients from 16.8-21.2 s-1 to 15.4-17.1 s-1, that is within the R2* margins determined empirically for a cohort of age-matched non-FA
subjects, similar to what has been reported earlier (10). The most substantial and statistically significant shift was attained by the 3 patients with highest initial R2* (G-I in Fig. 2). However, with present information one is not in a position to attach a therapeutic value to the chelator15
evoked shifts in R2*. For that purpose it is necessary to establish normal and pathological ranges of R2* in larger controlled studies.
This leaves open the question of whether after attaining steady R2* levels the drug treatment should be further moderated or on the other hand, whether iron reinforcement should be used as means to alleviate the mild hypoferemia-hypoferritinemia. In that respect, clinical experience (S. Gallet and A. Munnich, unpublished) showed that oral iron supplementation exacerbated ataxia symptoms in FA patients. Moreover, in vivo studies with frataxin-deficient Drosophila indicated a higher susceptibility of flies to iron-driven oxidative stress (53).
However, most importantly and particularly serendipitous, were the observations indicating improvement with respect to constipation, incontinence, manipulative dexterity, fluency of speech, some subjective signs of neuropathy and even ataxic gait (Table 1). The modest but significant changes were observed in ICARS, particularly in youngest patients.
Although these observations are of an objective nature, they could not be correlated with MRI measurements because of the small sample and short period of treatment. Therefore, results should be regarded with caution until supplemented with comprehensive placebo-controlled
studies that should address the different neuro-motor properties and cardiac function in a quantitative manner. Moreover, this open label single arm study was limited to DFP used in conjunction with idebenone, to a period of 6 months and to adolescents with a focus on brain
MRI and preliminary neuromotor functions. Therefore, it remains to be confirmed by long-term studies that should incorporate DFP alone and in combination with idebenone as well as with chelators with better safety profiles for young populations, such as deferasirox (Exjade).
The change in R2* values and ensuing clinical results of chelation provide some clues as to the pharmacological modus operandi of DFP as possible scavenger of potentially toxic iron and/or as a vehicle for bypassing frataxin underexpression and supporting ISP formation. A
possible role of idebenone in the present studies cannot be overlooked. Studies carried out in animal cell models deficient in frataxin have clearly indicated that idebenone supplementation compensates for the e-chain respiratory deficiency (41,54,55), while iron chelators rescue cells from toxic iron accumulating in mitochondria and promoting oxidative damage (14, 18, 48).
These findings have been further strengthened in frataxin-deficient yeasts that attained iron homeostasis by inducing frataxin expression (54) and overcome oxidative stress by overexpressing mitochondrial ferritin (55). In the clinical setting, raising brain erythropoietin levels by chelation-mediated activation of HIF (via prolyl-hydroxylase inhibition) (56) and thereby inducing frataxin expression (57) can be envisioned as a neuroprotective manoeuvre conferred by regional iron chelation. Such a mechanism raises the prospects of prophylactic chelation as a means to prevent impending damage by iron and for reversing iron-induced oxidative injury in at least some sensory neurones of the central nervous system, primarily at the early stages of FA and other diseases of NBIA (13).
Although this study dealt with chelation of iron accumulated in a specific brain area, it also has implications for diseases of regional iron accumulation in which relocation of iron per se might be of therapeutic value, as in the anaemia of chronic inflammation/disease (3). In that
case, a chelator-mediated transfer of iron from reticuloendothelial cells to plasma apotransferrin, as indicated in earlier chelation studies (30) might provide an artificial by-pass for the obstructed physiological iron exit-pathway associated with hepcidin-down-regulated ferroportin (58).
Acknowledgments
F. Girard (GE-Health Care Technology Europe), DRC-APHP, Association Francaise contre la Myopathie (AFM), Israel Science Foundation (ISF) and AFIRN, for partial support; Dr. Nir Navot for his interest in the work. Prof. U. Motro for statistical advice.
Author’s contributions
N. Boddaert: MRI studies, K.H. Le Quan Sang: patient coordination and lab tests: A. Rötig: lab tests: A. Leroy-Willig: computing MRI analysis, S. Gallet: pediatric hematology follow-up; F. Brunelle: MRI studies; D. Sidi: echocardiography; J.C. Thalabard: design of clinical trial and statistical analysis; A. Munnich: design and supervision of trial, data analysis and writing of paper; Z.I. Cabantchik project design, data analysis and writing of paper. AM and ZIC initiated the studies and had equal contributions.
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AUTORES: Nathalie Boddaert 1, Kim Hanh Le Quan Sang 2, Agnès Rötig 2, Anne Leroy-Willig 3, Serge Gallet 4, Francis Brunelle 1, Daniel Sidi 5, Jean-Christophe Thalabard 2, Arnold Munnich 2 and Z. Ioav Cabantchik 6.
1 Pediatric Radiology Unit, ERM0205, 5 Pediatric Cardiology Unit, 2 Medical Genetic Clinic and Research Unit INSERM 781. Hôpital Necker-Enfants Malades and Université Paris V René Descartes, 75743Paris Cedex 15, France. 3 U2R2M, CNRS UMR 8081, Université Paris Sud, 91405 Orsay, France; 4 Pediatric Unit, Hôpital de Montluçon, 03113 Montluçon Cedex, France, 6 Institute of Life Sciences and Charles E. Smith Laboratory of Psychobiology, Hebrew University , Jerusalem 91904 Israel running head: Iron chelation in Friedreich ataxia
Correspondencia a Alexander Silberman, Institute of Life Sciences. HebrewUniversity, Safra Campus-Givat Ram, Jerusalem91904, Israel. voice: +972- 2-6585420; fax: 6586974; email: ioav@...
Resumen:
Enfermedades genéticas del metabolismo del hierro e inflamación crónica a menudo inducen acumulación local de hierro. En la ataxia de Friedreich, la disminución de los clúster hierro-azufre y de la formación de hemo conduce a una acumulación de hierro mitocondrial que causa un daño oxidativo que afecta primariamente a neuronas sensoriales, miocardio y glándulas endocrinas. Determinamos la posibilidad de reducir la acumulación del hierro del cerebro en pacientes de ataxia de Friedreich con un quelante capaz de atravesar la membrana y dirigir el hierro de las células a la transferrina, usando los regímenes adecuados para pacientes sin sobrecarga sistemática de hierro.
La imagen por resonancia magnética del cerebro de los pacientes con ataxia de Friedreich se comparó a los de controles de edad similar revelando formas más pequeñas e irregulares del núcleo dentado con una significativa (p<0.027) mayor velocidad des R2* de la H-relajación, indicando acumulación regional de hierro. Se ha aplicado a 11/20 pacientes adolescentes, sin cardiopatía asociada, un tratamiento de seis meses con el deferiprone 20-30mg/kg/d, reduciendo el R2* de 18.3+/-1.6 a 15.7+/-0.7msec (- 1)(p<0.002) específicamente en el núcleo dentado y proporcional al R2* inicial (r=0.90). El tratamiento quelante no causó ningún efecto secundario hematológico o neurológico evidente, mientras que reducía la neuropatía y caminar atáxico en los pacientes más jóvenes.
A nuestro conocimiento, ésta es la primera demostración clínica de que un quelante reduce el hierro lábil acumulado en un área específica del cerebro implicada en una enfermedad neurodegenerativa. El uso de quelación moderada para relocalizar el hierro de las áreas de depósito a áreas de deprivación tiene implicaciones clínicas para varios desórdenes neurodegenerativos y hematológicos.
Introducción:
La sobrecarga de los tejidos con hierro y el consiguiente daño de los órganos han sido identificadas generalmente en hemosiderosis transfusional y hemocromatosis genética (1). Hígado, corazón, y glándulas endocrinas, están entre los órganos más afectados por estas formas de sobrecarga sistémica de hierro (1). La fuente de la sobrecarga de hierro de los tejidos se remonta al hierro plasmático originado por hiperabsorción entérica del metal y/o de la destrucción incrementada de las células rojas. Las formas lábiles de hierro plasmático (LPI) que aparecen como transferrina comienzan a saturarse, puede impregnar tipos particulares de células por mecanismos no regulados y hacer que aumente el conjunto de hierro lábil, desafiando las capacidades antioxidantes celulares(2).
Sin embargo, en la inflamación crónica (3) y en varios desórdenes genéticos (4), el hierro se acumula particularmente en algunos tipos de células alcanzando niveles tóxicos, incluso en ausencia de LPI circulante y a menudo incluso en plasmas deficitarios en hierro. En la ataxia de Friedreich (FA), una expansión de repetición GAA en el primer intrón del gen que codifica en el núcleo la frataxina (5,6), da lugar a la expresión reducida de una proteína mitocondrial implicada en el montaje de las proteínas que contienen clústers hierro-azufre (ISPs), y/o en la protección de la mitocondria del daño oxidativo mediado por hierro (7). La formación defectuosa de las ISP causa una deficiencia combinada de aconitasa y de la cadena respiratoria (complejos I-III), conduciendo a la acumulación mitocondrial del hierro lábil (8,9) y al consiguiente daño oxidativo en cerebro, corazón y glándulas endocrinas. Sin embargo, el papel patofisiológico de la acumulación mitocondrial del hierro en el daño oxidativo encontrado en FA (5,9) y en otros desórdenes neurológicos (10-13), no ha sido resuelto.
En analogía a la sobrecarga de hierro transfusional, los estudios histopatológicos y de imagen por resonancia magnética (MRI) de los pacientes de FA han demostrado que el hierro no sólo se acumula en el corazón, sino también en las zonas espinocerebelares (núcleo dentado) y la médula espinal (10). Estas y otras evidencias muestran la implicación del hierro lábil en el daño oxidativo, y sugieren el uso de antioxidantes y/o quelantes férricos como tratamientos posibles de FA y de otros desórdenes neurológicos (13-18). Los estudios iniciales con el antioxidante idebenona en la FA indicaron un cierto efecto cardioprotector, pero ninguna mejora en la ataxia (17). Por otra parte la terapia de quelación de hierro no se ha utilizado en la FA por dos razones principales: a). carencia de métodos clínicos validados para determinar los niveles de hierro acumulado en el cerebro y su accesibilidad a los quelantes, y b). riesgo de que una droga quelante resulte neurotóxica, y/o induzca el agotamiento global de hierro en los pacientes hematológicamente normales o ligeramente hiposiderémicos (19,20). Sin embargo, la adaptación reciente de MRI para determinar la acumulación del hierro en el hígado (21) y el corazón de los pacientes sideróticos (22,23) y en el cerebro (10,15,24) ha ofrecido una nueva posibilidad de seguimiento, in situ, del tratamiento de quelación en FA, y en otras formas de neurodegeneración (11,12) con acumulación férrica en el cerebro (NBIA) (13).
En la búsqueda de quelantes candidatos con registro clínico, nos centramos en aquellos agentes permeables a las membranas que demostrablemente redujeran la producción de especies reactivas de oxígeno (ROS) en el interior de células vivas, reduciendo los niveles de hierro lábil intracelular (25). Seleccionamos específicamente, respecto a otros agentes, la, oralmente activa, Deferiprona (3-hidroxi-1,2-dimetilpiridin-4-one, DFP). Considerábamos cinco características esenciales para tratar mejor una condición de acumulación férrica más local que global (26): a). penetración, lo que permite a la droga la capacidad de atravesar las membranas, obteniendo acceso a las organelas celulares y reduciendo la formación de radicales libres dependientes de hierro (2); b). capacidad de quelación del hierro extra-hepática, como la aplicación a la siderosis cardiaca (22,27); c). capacidad de actuar selectivamente en los "pooles" (conjuntos) de hierro más accesibles definidos como pool de hierro lábil (28, 29), tan bien como en los compartimientos subcelulares (2), sin disminuir el hierro del plasma unido a la transferrina (30); d). capacidad de transferir el hierro quelado del pool lábil de las células a los aceptores biológicos tales como transferrina circulante (30) y e). capacidad para cruzar la barrera hematoencefálica (31).
Fue realizado, en pacientes adolescentes de FA, que habían estado tratados con idebenona durante varios años, un ensayo abierto de fase I-II sobre eficacia y toxicidad con DFP. Tenían un ecocardiograma normal, pero sin mostrarse ninguna mejora en los perfiles del cerebro por MRI o índices neurológicos. Les fue aplicado un tratamiento basado en regímenes moderados de quelación con DFP con el propósito de reducir el hierro acumulado en áreas específicas del cerebro, tales como el núcleo dentado, y una eventual mejora de la condición neurológica, sin afectar, por contra, a los parámetros hematológicos.
Métodos: Pacientes y diseño del estudio:
Los pacientes (de edades entre 14 y 23 años) fueron diagnosticados de Ataxia de Friedreich (FA) por detección de la expansión repetida de trinucleótido en el primer intrón del gen de la frataxina. Fueron seleccionados aleatoriamente de entre un conjunto que había sido tratado previamente con idebenona (10 mg/kg/día, en 3 dosis p.o.) por lo menos dos años antes de la inclusión y del tratamiento antioxidante que continuó durante este estudio. El protocolo usado fue diseñado para iniciar el tratamiento con una dosis diaria relativamente baja de DFP, y la utilización de criterios estrictos de suspensión del tratamiento tras una pérdida de tolerancia debida a malestar neuronal, muscular, gastrointestinal, o a cambios hematológicos. Fue subseleccionado, aleatoriamente, un grupo de 13 pacientes (4 hombres y 9 mujeres), para recibir durante seis meses 20 o 30 mg/kg/d de DFP (proporcionado por Apopharm, de Toronto, Canadá), dividido en dos dosis orales diarias. Con el propósito de reducir al mínimo el riesgo de toxicidad de la droga, se aplicó un plan de escalonamiento en la inscripción de los pacientes en grupos de tres, que se incorporaron al estudio cada dos meses, a intervalos de 2 semanas. El tratamiento fue iniciado con la dosis más baja. Si la tolerancia al tratamiento con la evidencia de la eficacia fue encontrada en 2 de 3 pacientes, un segundo grupo de pacientes se alistó con la misma dosis. Si la tolerancia fue encontrada sin evidencia para la eficacia en 2 de 3 pacientes, el segundo grupo de tres pacientes se alistó con la dosis más alta. Si la intolerancia se convirtió en 1 de 3 pacientes, el tratamiento fue continuado con solamente los otros dos miembros del grupo. Solamente 9 pacientes terminaron los seis meses de tratamiento con DFP, con los exámenes del cerebro realizados por MRI en la inclusión y a los 1, 2, 4 y 6 meses de tratamiento. Como controles empleamos 9 pacientes que estaban sólo con idebenona como terapia y sin tratamiento con DFP. El protocolo fue promovido con la ayuda de Publique-Hopitaux de París, aprobada por el comité ético institucional y colocado en la autoridad sanitaria nacional (AFSSAPS) y en el sistema internacional del registro del protocolo (http://www.clinicaltrials.gov ) (identificación del estudio: NCT00224640). Fue obtenido un consentimiento, informado, escrito de los pacientes y de los padres.
Fue utilizada la escala de evaluación de la ataxia ICARS (International Cooperative Ataxia Rating Score) para determinar, antes y después, los síntomas de la ataxia desde el primer mes y hasta el sexto (32) con cuatro subescalas: alteración postural y forma de caminar, funciones cinéticas, dificultades del habla, y trastornos oculomotores. Los marcadores fueron sumados para dar un resultado total (0-100), indicando los números más altos un grado peor de ataxia. La prueba de Perdue Pegboard fue aplicada por el mismo investigador a un número limitado de pacientes y utilizada para determinar la velocidad de realización, delicadeza de los movimientos y destreza manipulante. A los participantes se les solicitó insertar tantos clavos como les fuera posible en agujeros preestablecidos, perforados linealmente en un tablero de madera durante un espacio limitado de tiempo (20 segundos, con dos manos, por separado y con ambas).
El riesgo de agranulocitosis y otros efectos nocivos potenciales de DFP observado en el 1 % de los pacientes con talasemia (19, 26), nos condujo a supervisar de cerca a los pacientes con neutropenia, agranulocitosis, dolor muscular esquelético, y deficiencia de cinc, incluyendo recuentos sanguíneos semanales, el hierro sérico, concentraciones de ferritina y transferrina, y funciones hepática y renal.
Medidas MRI: Los clústers de hierro causan localmente una no-homogeneidad en el campo magnético que disminuye la señal MRI del agua circundante. Esto conduce a variaciones en la velocidad de relajación transversal aparente (R2*), o a su inversa T2*, los índices usados para cuantificar la decadencia de la señal MRI (11, 20). Si se asume un campo magnético externo homogéneo, los cambios en R2* reflejan variaciones en la concentración local de hierro o en los niveles del deoxihemoglobina debido a cambios regionales en la perfusión de la sangre (31). Los exámenes MRI fueron hechos en una unidad de 1.5 T Signa (GE Medical Systems, Milwaukee, WI, E.E.U.U.) usando una serie de bobinas en fase con la principal. Fueron localizadas las estructuras grises profundas utilizando una secuencia eco-planar de T2*-pesadas. Un voxel que abarca los núcleos izquierdo y derecho (dimensiones 6 x 3 x 2 cms. cúbicos) fue colocado en la sección mayor de núcleos dentados, realizándose su calzado automático para reducir al mínimo las variaciones regionales del campo magnético. Para cada sección seleccionada se realizó una supervisión de hierro usando una secuencia de eco-multi-gradiente de un solo corte (campo visual 24 centímetros, 255x224 matriz, grueso del corte: 5m m, TR: 400 ms, diez ecos en TE de 10ms al ms 100, ángulo del tirón: 50°, tiempo de la adquisición: 3 minutos). La selección del volumen para el calzado y la adquisición del eco del multi-gradiente del corte fue repetido a nivel del núcleo pálido. La determinación de R2* fue realizada de los datos de las secuencias del eco del multi-gradiente ajustando en cada pixel las señales del Si obtenidas al tiempo de eco TEi (i = 1.10) según la ecuación Si = So.exp (- R2*.TEi). Una imagen de alta resolución de los valores locales de R2* fue construida y el valor medio de R2* fue calculado en varias regiones del interés (ROI), por el mismo radiólogo. A 1.5 teslas, la resolución de la imagen lograda era adecuada para obtener solamente un solo ROI elíptico 7 de 10 mm. cuadrados, colocado típicamente en el centro de cada núcleo para reducir al mínimo la variación de R2*. Las medidas MRI fueron hechas dos veces en el mismo día, a intervalos de 2 horas. Como control interno, varios (2 o más, dependiendo del tamaño de la región) ROI circulares de 24 mm. cuadrados fueron dibujados en la materia blanca de los hemisferios cerebelosos posteriores al núcleo dentado, donde la concentración de hierro se asume que es baja, y en los núcleos pálido y talámico.
Análisis estadísticos: En el estado básico, los valores R2* en varias estructuras fueron comparados usando un modelo según la ecuación de estimación generalizada (GEE), considerando los niveles individuales con la estructura cerebral y el lado como covariaciones categóricas. Para cada estructura cerebral, las medidas repetidas MRI, en un cierto plazo, fueron analizadas usando el procedimiento GEE desde la biblioteca geepack. Las contribuciones individuales fueron pesadas usando la inversa de la varianza R2* en la región de interés correspondiente. Todos los cálculos fueron realizados usando el procedimiento GEE desde la biblioteca del geepack, paquete estadístico R ( http://www.R-project.org ). Fue considerado significativo un valor de p < 0.05. Las pruebas fueron ajustadas según comparaciones múltiples según la regla del Bonferroni Anova (unidireccional) y la pruebas t de Student apareadas fueron realizados con Origin v 7.5 (Originlab Corp., Northampton MA).
Resultados:
Cambios en la morfología y en los niveles de hierro en áreas específicas del cerebro: Las imágenes exhibidas en la figura 1 han sido seleccionadas entre las obtenidas con los pacientes de FA al inicio del tratamiento de quelación (n=9 que terminaron el tratamiento) y entre los adolescentes de edades similares que fueron admitidos con condiciones no relacionadas. Las imágenes destacan los cambios morfológicos de tamaño y forma en que los núcleos dentado experimentan en 3 pacientes adolescentes representativos de FA comparados con los controles de edades equiparables (figura 1, ver abajo).
Las constantes medias R2* (en s-1) calculadas para varios ROI de un área cerebral de un individuo dado mostraron reproductibilidad (medidos por el coeficiente de variación en exámenes repetidos) de el 4 % en el núcleo dentado y del 6 % en la corteza cerebelar. Los valores calculados R2* en el núcleo dentado fueron significativamente, pero no substancialmente, más elevados en los pacientes de FA que en los controles (R2* =18.3 ± 1.7 s-1 con respecto 16.6 al ± 1.2 s-1, p<0.05) (n=9 en cada grupo). Además, los valores R2* en FA (n=9) eran relativamente más altos en el pálido (19.6 ± 1.9 s-1, p<0.05) que en el núcleo dentado y más bajos que en el cerebelo y tálamo (13.9 ± 0.6 s-1, p<0.05 y 15.2 ± 2.8 s-1, p<0.05 respectivamente), de acuerdo con la cantidad relativa de hierro detectada químicamente en esas áreas en los individuos normales (15, 34-36).
De modo distinto a un estudio previo (10), los valores crecientes R2* observados en el núcleo dentado de los pacientes de FA no mostraron ninguna correlación con la edad, posiblemente debido al pequeño grupo de pacientes que participaron en el estudio. Los valores crecientes R2* pudieron reflejar cambios en: a). la acumulación de hierro según lo propuesto con anterioridad (10,15,24,34-36) y por analogía con lo obtenido en otros órganos con sobrecarga sistémica de hierro (21-23) y b). los niveles del deoxihemoglobina por la subyacente reducción de la perfusión de la sangre causada en las áreas dañadas del cerebro (33). Aunque se desconoce la naturaleza química del hierro acumulado, un quelante férrico que pudiera tener acceso a las áreas afectadas podría ser instrumental en discernir entre la contribución relativa de los 2 factores antedichos y proporcionar algunos indicios sobre la naturaleza del hierro local que contribuiría a los valores R2*. Después de la administración de 20-30 mg/kg/d DFP a 9 pacientes del FA, había una disminución significativa del índice de relajación R2* en el núcleo dentado de 18.3 + 1.7 s-1 al inicio del tratamiento a 16.2 al ± 0.8 s-16, p<0.001) después de un mes, y a 16.6± 1.3 s-1, p<0.002 después de 2 meses, al 16.4 ± 0.8 s-1, p<0.01 después de cuatro meses y 15.7± 0.7 s-1, p<0.002) después de seis meses de administración de DFP (figura 2, ver abajo). Aunque los perfiles de los valores R2* se diferenciaron entre pacientes en el curso del tratamiento con DFP, alcanzaron un nivel básico después de 2-4 meses. Por otra parte, no se observó ninguna diferencia a corto plazo entre las dos dosis de DFP (20 y 30 mg/kg/día), sugiriendo que la eficacia máxima se pudo haber alcanzado al parecer con la dosis más baja. Sin embargo, tras seguir el tratamiento de seis meses con DFP, en 9 pacientes no se observaba ningún cambio morfológico en el núcleo dentado ni ningún cambio significativo en los valores R2* en otras secciones del cerebro. Las medias respectiva ± SD de los valores R2* en el mes 0 y 6 fueron: 19.6±1.9 contra 19.2± 1.4 en el núcleos pálido, 15.2±1.9 contra 14.6±0.9 en el tálamo y 13.9±0.4 contra 13.9±0.53 en regiones cerebelosas de materia blanca. Los grupos comparables de pacientes tratados solamente con idebenona durante 6-12 meses no demostraron ningún cambio significativo en R2* en ninguna de las anteriores regiones del cerebro, incluyendo los núcleos dentado (Boddaert y Munnich, inéditos) (cuadro 2, ver abajo ).
El análisis de los cambios R2* tras 6 meses del tratamiento con DFP (figura 2) reveló que cuanto más alto fue R2* al inicio del tratamiento, mayor fue la disminución R2* (figura 3). El cambio relativo en R2* se correlacionó linealmente con el valor inicial R2* (figura 3). Los pacientes tratados solamente 1/9 (con valor inicialmente bajo R2*) no demostraron ningún cambio significativo después de seis meses del tratamiento con DFP. Así pues, interpretamos estos resultados como que DFP queló el hierro lábil que se acumulaba específicamente en el núcleo dentado (figura 3, ver abajo).
Cambios en parámetros clínicos durante el tratamiento: En dos pacientes de FA fue aplicado un tratamiento inicial utilizando una dosis de DFP de 80 mg/kg/día (2 porciones diarias), que está en la gama terapéutica usada para la talasemia (15,16, 21) y recomendada por Apopharm. El tratamiento fue suspendido después de dos semanas debido a las reacciones adversas serias observadas en uno de los pacientes que incluyeron: fatiga, dolor de cabeza, náuseas, vértigo, pobre control de la cabeza, movimientos oculares anormales, y pérdidas fluctuantes de consciencia. Una investigación reveló que el paciente afectado había estado durante dos semanas en una terapia profiláctica con cloroquina-proguanil, para la malaria, aumentando la posibilidad de interacciones entre los fármacos. Sin embargo, como tales acontecimientos no se han divulgado en pacientes talasémicos que recibían DFP para la sobrecarga férrica del transfusional (19, 20, 26), asumimos que los pacientes del FA, no teniendo ninguna sobrecarga sistémica de hierro, pudieron exhibir un umbral más bajo de toxicidad para DFP. Otra posibilidad es que un nivel pico excesivamente alto de la droga se alcanzara en plasma tras la ingesta oral de las dosis unitarias de 40 mg/kg/d, dos veces al día, más que con dosis de 25 mg/kg/d tomadas tres veces al día por los pacientes con Talasemia (19).
El plan del estudio de seis meses, por tanto, fue reajustado y la dosificación fue limitada a 20-30 mg/kg/día DFP. De los 13 pacientes que se incorporaron al nuevo protocolo, 3 fueron retirados debido a quejas del dolor muscular-esquelético, o vértigos o síndrome de Guillain Barre, y 1 debido a agranulocitosis que se resolvió posteriormente. En los 9 que terminaron el estudio, fue observada una mejora neurológica por parte de los padres y los familiares, no informados en el plazo de cuatro semanas del tratamiento. El estreñimiento, la incontinencia, y algunas muestras subjetivas de la neuropatía periférica desaparecieron en el plazo de dos meses. Los extremos de los miembros, que estaban fríos, abigarrados, y extremadamente sensibles, se calentaron en varios pacientes con la sensación de sentir de nuevo sus pies y la superficie del piso. Los movimientos delicados y la destreza manipulante (p.ej., escritura manual, tecleado mecanográfico, peinado o pintado de los ojos) y la fluidez del habla mejoraron, según se informa en varios pacientes (tabla 1, ver abajo). La fuerza general, la calidad de sentarse, permanecer de pie, y la facilidad de transferencia (de la cama a la silla de ruedas o al aseo) también mejoraron. La mayoría de los pacientes tratados más jóvenes (14 años) se beneficiaron del ensayo en términos de movilidad fina, equilibrio, estabilidad, y autonomía. Estas observaciones fueron aparentemente imparciales, pues fueron divulgadas independientemente y constantemente por los padres y/o personal de apoyo (tabla 1). Rindieron cambios modestos pero significativos en los marcadores de ICARS tras 6 meses de tratamiento, con los pacientes más jóvenes se logró una mejora del ?10%. La inclusión de pacientes con una dosis más alta de DFP (30mg/kg/día), reproducían esencialmente las observaciones antedichas en términos de tolerancia y eficacia relativa de DFP, mejoraron en la velocidad de realización y en la destreza (tabla 1). La prueba de Perdue Pegboard que determina objetivamente el impacto de la droga en la destreza de manipulación fue aplicada a 3 pacientes seleccionados aleatoriamente en el inicio del tratamiento con DFP. Las cuentas medias cayeron perceptiblemente (p>0.05) de 44±7 a 35±5 tras el tratamiento de quelación de 6 meses (no mostrado).
Cambios en parámetros bioquímicos y hematológicos durante el tratamiento: La administración de DFP dio lugar a una disminución pequeña, pero significativa de los niveles de ferritina sérica en solamente dos pacientes, pero sin cambio significativo en los niveles de la hemoglobina o del hierro plasmático (pacientes C e I, tabla 2). Una investigación retroactiva reveló que los dos pacientes se incorporaron al estudio después de recuperarse de episodios infecciosos recientes, que posiblemente causaron un nivel elevado de ferritina sérica al actuar como reactante de fase aguda.
Discusión:
La acumulación de hierro se ha tomado generalmente como una indicación para el daño biológico potencial debido a la propensión del metal de inducir tensión oxidativa cuando está presente como formas lábiles (37). Se ha asumido que este es el caso en la sobrecarga de hierro de los órgano resultante de la presencia de niveles elevados de LPI (2) y en varios desórdenes en los cuales el hierro se acumula en determinados órganos como resultado de inflamación crónica (3) o por desórdenes del metabolismo de hierro celular (4, 38). Para la sobrecarga sistémica de hierro, el uso de quelantes férricos ha tenido un registro terapéutico indiscutible, particularmente en el tratamiento de la hemosiderosis (14, 20, 25), y más recientemente en la prevención o reversión del fallo cardiaco inducido por hierro en la talasemia (23, 27, 39). Una contribución importante al reciente éxito en el tratamiento de la sobrecarga férrica es el advenimiento de técnicas no invasivas para determinar la sobrecarga de hierro del órgano que facilitando el camino para optimizar los regímenes de quelación, particularmente las medidas MRI de la acumulación del hierro en órganos tales como hígado y el corazón (21-23).
En eFA, la evidencia de la acumulación férrica en la mitocondria (5, 8, 9) fue apoyada por los estudios que indicaban la acumulación temprana de hierro en el cerebelo de los pacientes (particularmente en el núcleo dentado) (10, 15). Sin embargo, el papel patológico del hierro como causante o exacerbante en FA (5, 40) y en otros desórdenes neurológicos (11-13, 16) ha seguido siendo una cuestión de debate. Polémica similar conlleva el uso de quelantes férricos para tratar la FA y otras condiciones neurológicas (14, 18, 41). En estas enfermedades la diana propuesta para los quelantes es la desintoxicación del hierro acumulado en áreas específicas del cerebro y para FA posiblemente también en el corazón, y glándulas endocrinas. Sin embargo, en FA, donde hay niveles normales o marginalmente disminuidos de hierro plasmático (42, 43) puede ser considerado desaconsejable quelar el hierro necesario para afrontar la formación de los cluster hierro-azufre(44, 45), que está ya deteriorado debido a la deficiencia de frataxina (5). El diseño de un quelante activo por vía oral, permeable a las membranas y capaz de eliminar el hierro de las mitocondrias de áreas específicas del cerebro, mientras que mantienen el grueso del hierro fisiológicamente esencial, es un reto.
El actual estudio es un intento inicial de acercarse a este problema a nivel clínico con el propósito de la determinación por MRI la accesibilidad del hierro acumulado en los núcleos dentados de pacientes FA con un quelante de uso clínico en sobrecargas férricas a dosis consideradas como seguras (19). Los pacientes de FA que participaron en las fase I-II del estudio abierto fueron etiquetados para su selección al azar, con edades comprendidas en el rango de 14-23 años, todos estuvieron bajo tratamiento, durante varios años, con el limpiador de radicales libres, el antioxidante idebenona (17, 46, 47). Estos pacientes no demostraron esencialmente ninguna complicación cardiaca funcional, o ecocardiogramas anormales, sin que hubiera ninguna indicación para los cambios R2* en cualquier área del cerebro, o efectos neurológicos atribuibles al tratamiento antioxidante. En el inicio del estudio, los núcleos dentados de los nueve pacientes adolescentes de FA fueron seleccionados aleatoriamente, mostrando alteraciones perceptibles por MRI en la forma y en los valores R2*, que eran marginales, pero significativamente diferentes de los individuos normales (figura 1, ver abajo). Esto refuerza las observaciones neuropatológicas previas de acumulación férrica y de daño a los tejidos (10, 15), pero no de manera inequívoca, puesto que los cambios en R2* de las áreas dañadas del cerebro podían también ser atribuidos a cambios en las concentraciones de deoxihemoglobina debido a una perfusión sanguínea alterada (33). Sin embargo, si el valor R2* representa, incluso en parte, una acumulación de hierro en el interior de áreas específicas cerebrales (p.ej tracto espinocerebelar y piramidal, médula espinal, y ganglio de la raíz dorsal), significaría que la acumulación de hierro puede ser un acontecimiento relativamente temprano en la FA, puesto que era evidente en pacientes muy jóvenes. Hemos razonado que si en FA un cierto componente de R2* puede estar en equilibrio con las formas lábiles de hierro, a saber, las que son activas desde el punto de vista redox y potencialmente quelables (25), entonces, después del tratamiento quelante podrían disminuir los valores R2* en las áreas de interés y posiblemente conferir protección antioxidante. La explicación alternativa de que un quelante de hierro afectara la perfusión de la sangre no es inconcebible, pero si altamente inverosímil.
La selección del quelante férrico hidroxipiridinona Deferiprona (Ferriprox R o L1) que se ha aprobado en Europa para tratar algunos casos del talasemia (19, 20, 26, 38) se basó en varios criterios: a). el quelante de hierro era activo por vía oral y atravesaba las membranas (29) retirando eficientemente el hierro de las mitocondrias en células vivas (2, 48) y b). el complejo quelado del hierro, deferiprone-FE, puede transferir el hierro a la transferrina (30). Esta condición se satisface mientras que la transferrina no se encuentre saturada de hierro, como es el caso con los pacientes de FA (tabla 1; 42) y el quelante se utiliza en dosis moderadas; y c). se esperaba que, debido a su pequeño peso molecular y características químicas favorables, la droga también cruzara fácilmente la barrera hematoencefálica, pues los estudios en animales así lo indicaron (31). La dosificación seleccionada del deferiprona fue 20-30 mg/kg/día, a saber un cuarto de la dosis diaria usada en la talasemia mayor (19, 20) y en un rango donde no tener experimentalmente ningún efecto adverso en las enzimas dependientes de hierro del cerebro (31).
El propósito inicial de este estudio, de eficacia-toxicidad, fue monitorizar los cambios inducidos por el quelante férrico depositado en el cerebro con MRI, con el propósito de determinar la viabilidad de realizar una evaluación a largo plazo de DFP sobre la progresión de la enfermedad. La selección de las medidas R2*, como indicativas de los depósitos cerebrales de hierro, se fundamentaron en la amplia experiencia previa obtenidas con MRI (15, 34-36), particularmente en estudios con animales y clínicos en los que DFP invirtió, demostrablemente, los cambios los valores T2* en el corazón causados por sobrecarga férrica y mejoraron la fracción de eyección cardiaca (22, 23). En FA, con la deferiprona administrad a dosis diarias relativamente bajas, el hierro acumulado en el núcleo dentado fue eficientemente y progresivamente disminuido en 8/9 de los pacientes, según lo reflejado en los valores R2* (figura 2, ver abajo). Para la mayoría de los pacientes tratados la reducción principal en R2* tuvo lugar en el plazo de dos meses de tratamiento y cuanto más grande fue el valor inicial R2*, fue mayor y proporcional el cambio inducido por el quelante (figura 3). Esto indicaría que los valores R2* proporcionan una medida cuantitativa para las formas químicas de hierro potencialmente quelables acumuladas en el núcleo dentado. Por otra parte, con nuestro conocimiento de la capacidad de la deferiprona de limpiar el hierro celular (2, 29, 48) y asumiendo que la concentración del quelante lograda en cerebro es similar a la del plasma (como mucho 20-30 ìM en los valores picos que siguen tras una dosis única de 10mg/kg/d del quelante y un valor de la t½ de 2-3 h en plasma) (26), se puede deducir que R2* en el núcleo dentado representa: a). acumulación de formas de hierro lábiles y directamente quelables y/o b). acumulación de formas de hierro (p.ej. ferritina) que esa quelación puede reducir indirectamente accionando la degradación proteolítica de la ferritina. Así, ligando el hierro lábil, la deferiprona pudo desplazar el equilibrio lejos de la acumulación del metal en la célula, como fue mostrado, previamente, por nosotros en las células mieloides (49) e implicado en estudios recientemente publicados sobre las características bioquímicas del hierro de la ferritina (50, 51). En cuanto a la naturaleza química de las formas lábiles del hierro, éstas podrían estar compuestas por complejos de hierro de bajo peso molecular (2) y/o de hierro pobremente enlazado a enzimas tales como las hidroxilasas (31). Esto concuerda con la susceptibilidad, observada en los sistemas deficientes en frataxina, para la formación de ROS mediadas por hierro y su protección de los daños oxidativos y por los quelantes férricos (41), pero aparentemente no con la pérdida de cambios en el hierro lábil mitocondrial detectado en linfoblastos derivados de pacientes de FA (52).
Una observación interesante ha sido que, con excepción del núcleo dentado, ninguna otra áreas del cerebro de los pacientes de FA ha experimentado cambio significativo alguno en R2* tras el tratamiento quelante. Esta aparente selectividad se puede explicar por una o más de las siguientes posibilidades: a). el quelante no tiene ningún acceso a las áreas con excepción del núcleo dentado; b). las formas de hierro en estas otras áreas no son fácilmente quelables, quizás porque se dividen en compartimientos o se asocian a productos de degradación de la ferritina, tal como la hemosiderina (45); o c). otros factores que contribuyen a R2* en áreas fuera del núcleo dentado. A nuestro conocimiento, el actual estudio proporciona la primera demostración, in situ, de que la quelación férrica actúa en una área específica del cerebro en un estudio clínico.
En el actual estudio de eficacia/toxicidad de fase I-II no existían expectativas, a priori, en relación a que se pudieran obtener beneficios clínicos en un período de prueba de 6 meses. Sin embargo, se tuvo que considerar particularmente cualquier aspecto de reacción adversa al tratamiento y especialmente a los cambios hematológicos, que, incluso, un tratamiento suave de quelación, podría inducir en los pacientes de FA que bordeaban la hiposideremia-hipoferritinémia en el momento de la inclusión (tabla 2). Como se muestra, el hecho que 1/13 de los pacientes se retiró del estudio debido a agranulocitosis, 2/13 debido a la intolerancia de la droga, y 1/13 debido a una condición sin relación, pudieron indicar una tolerancia más baja a la deferiprona en FA que en el Talasemia (19, 20). De la tabla 2 dedujimos que el régimen suave del quelación usado durante 6 meses en los 9 pacientes restantes de FA era aparentemente seguro. No obstante, a pesar de la carencia evidente de cambios hematológicos estadísticamente significativos deteriorados por la quelación oral moderada, observamos una tendencia suave pero constante de disminución de los parámetros asociados al hierro en sangre. Esto es una llamada de atención para una estrecha vigilancia en futuros ensayos clínicos a fin de optimizar el tratamiento.
También hemos notado que un tratamiento moderado de quelación puede desplazar perceptiblemente el rango de los valores medidos R2* (s-1) en el núcleo dentado de los pacientes de FA a partir de 16.8-21.2 s-1 a 15.4-17.1 s-1, que están dentro de los márgenes R2* determinados empíricamente para una cohorte de no-FA ajustados en edad, similares a los qué se han descrito con anterioridad (10). El cambio más substancial, y estadísticamente significativo, fue logrado por los 3 pacientes con R2* inicial más alto (G e I, de la figura 2, ver abajo). Sin embargo, con la actual información no se está en disposición de relacionar un valor terapéutico con los cambios de desplazamiento reflejados por el quelante en R2*. Para este propósito es necesario establecer intervalos normales y patológicos R2* en mayores estudios controlados.
Esto deja abierta la cuestión de si después de lograr niveles estacionarios R2*, las concentraciones del fármaco debieran moderarse, o, por otra parte, si se debería utilizar un refuerzo de hierro como medio de aliviar la leve hiposideremia-hipoferritinemia. A este respecto, la experiencia clínica (S. Gallet y A. Munnich, inéditos) mostraron que la suplementación oral del hierro exacerbaba los síntomas de la ataxia en pacientes de FA. Por otra parte, estudios, in vivo, con la Drosophila deficiente en frataxina han indicado una susceptibilidad más alta de estas moscas a la tensión oxidativa mediada por hierro (53).
Sin embargo, más importantes y particularmente afortunadas, son las observaciones que indican la mejora con respecto al estreñimiento, incontinencia, destreza manipulante, fluidez del habla, algunas muestras subjetivas de la neuropatía, e, incluso, la marcha atáxica (tabla 1, ver abajo). Los cambios modestos, pero significativos fueron observados en la escala ICARS, particularmente en los pacientes más jóvenes. Aunque estas observaciones son de una naturaleza objetiva, no podrían ser correlacionadas con medidas MRI debido a la pequeña muestra y al corto período de tratamiento. Por lo tanto, los resultados debe ser mirados con precaución hasta que sean suplementados con estudios comprensivos controlados con placebo que deben dirigirse a las diversas características neuromotoras y a la función cardiaca de forma cuantitativa. Además, este estudio se limitó unicamente a DFP utilizado en conjunción con idebenona, durante un período de 6 meses y en adolescentes con un foco en la MRI cerebral y preliminarmente en funciones neuromotoras. Por lo tanto, queda por confirmar por estudios a largo plazo sí se debe incorporar DFP sola o conjuntamente con idebenona, así como con quelantes con mejores perfiles de seguridad para las poblaciones jóvenes, tales como deferasirox (Exjade).
Los cambios en los valores R2* y los resultados clínicos consiguientes de la quelación proporcionan algunas pistas del modus operandi farmacológico de DFP como un posible eliminador del hierro potencialmente tóxico y/o como vehículo para puentear la infraexpresión de la frataxina y apoyar la formación de ISP. Un posible papel para la idebenona en el presente estudio no puede ser pasado por alto. Los estudios realizados en los modelos de células animales deficientes en frataxina han indicado claramente que la suplementación con idebenona compensa la deficiencia en la cadena respiratoria (41, 54, 55), mientras que los quelantes férricos rescatan las células del hierro tóxico que se acumula en la mitocondria y promueve el daño oxidativo (14, 18, 48). Estos resultados han sido consolidados más a fondo en las levaduras frataxina-deficientes que lograron la homeostasis del hierro induciendo la expresión de la frataxina (54) y superando la tensión oxidativa por la sobreexpresión de la ferritina mitocondrial (55). En el ajuste clínico, elevaciones en los niveles cerebrales de eritropoyetina por la activación mediada por la quelación de HIF (vía la inhibición de la prolil-hidroxilasa) (56) y de estel modo inducir la expresión de frataxina (57) se pueden vislumbrarse como una maniobra neuroprotectora conferida por la quelación regional de hierro. El mecanismo aumenta las perspectivas de una quelación profiláctica como medio de prevenir el daño férrico inminente er invertir la lesión oxidativa inducida por hierro en por lo menos algunas neuronas sensoriales del sistema nervioso central, sobre todo en las primeras etapas de FA y de otras enfermedades de NBIA (13).
Aunque este estudio se ocupaba de quelación férrica acumulado en un área específica del cerebro, también tiene implicaciones para enfermedades de acumulación regional del hierro, en las cuales la relocalización férrica, per se, puede tener un valor terapéutico, como en la anemia ocasionada por inflamación/enfermedad crónica (3). En este caso, una transferencia de hierro, mediada por el quelante desde las células reticuloendoteliales a la apotransferrina plasmática, según se indica en anteriores estudios de quelación (30), puede proporcionar un puente artificial para la ruta de salida fisiológica de hierro obstruida, asociada con ferroportin, regulada por hepcidin a la baja (58).
TABLA 1: Recopilación de parámetros clínicos obtenida a principio y fin del estudio: La tabla describe la edad y sexo de los pacientes, la definición genética de la mutación en lo que se refiere al tamaño de la expansión GAA en el gen de la frataxina, la edad de inicio de la enfermedad, duración de la ataxia, las dosis de deferiprone (DFP) administradas, y la evaluación en la escala ICARS antes y después del ensayo (indicado con la flecha). Los pacientes que después de 6 meses de tratamiento con DFP han mostrado cambios >10 % en la escala ICARS se remarcan en letra negrita. La disminución media ± SD en la escala ICARS de todos, los 9 pacientes, ha sido 8.5 ± 4.5 puntos, lo que representa un relativamente pequeño, pero significativo (p>0.05 estudio similar t test) disminución de 7.3 ± 1.1 %.
TABLA 2. Parámetros asociados con el tratamiento de quelación férrica. La tabla detalla el sexo y edad de los pacientes, y los parámetros sanguíneos al principio y final del tratamiento con deferiprona (DFP) durante 6 meses. La media (absoluta y relativa) la disminución (.) en los valores que siguieron al tratamiento no fueron estadísticamente significativas (NS) a p <0.01) para todos, los 4 parámetros, usando la forma de test Boneferroni Anova, pero fue significativo (al indicado p<valores, en negrita) para los valores haematócritos (hct) y para la hemoglobina (Hb), usando similares t-test (p-tt). El * denota los valores del ferritina de los pacientes C y I, quienes, a la inclusión, se estaban recuperando de un reciente episodio infeccioso.
FIGURA 1: Visualización MRI de la acumulación férrica en los núcleos dentados de tres pacientes jóvenes con Ataxia de Friedreich y tres individuos sanos de edades similares. La figura muestra una imagen paramétrica de los valores R2 * en la fosa posterior, derivados de la secuencia multigradiente hecha a 1.5 Tesla. Los núcleos dentados con valores R2* altos parecen más blancos que el cerebelo circundante, más pequeño e irregularmente formado en los pacientes de Ataxia de Friedreich, comparados con los sujetos control. El R2* del cerebelo adyacente tiene valores en orden 14 s-1, confirmando buena homogeneidad regional del campo magnético. Los valores R2* se dan en el texto. Las imágenes anteriores se despliegan siguiendo ventanas iguales y nivelado de los mapas R2*.
FIGURA 2: Valores R2 * de núcleos dentados de 9 pacientes de Ataxia de Friedreih sometidos a tratamiento con deferiprona (20-30 mg/kg/d) durante 6 meses: Las constantes medias R2* (en s-1) de los núcleos dentados de pacientes de Ataxia de Friedreich (A-I) obtenidas a los meses indicados de tratamiento (1-2 como se ha descrito en los métodos).
FIGURA 3: Cambios absolutos y relativos en R2* de pacientes de Ataxia de Friedreich que han seguido un tratamiento de 6 meses con DFP: Las casillas representan el cambio en las constantes R2 * (s-1) logradas entre 0 y 6 meses de tratamiento con DFP (valores tomados desde la Fig. 2) con la línea gruesa que representa el valor al final del tratamiento. Las líneas punteadas representan la media respectiva de los valores R2*, de 18.3±1.6 s-1 y 15.7±0.7 s-1 obtenidos respectivamente a 0 y 6 meses. Los valores R2* medios y los valores R2* individuales, para cada paciente, a 0 y 6 meses fueron significativamente diferentes (p <0.002) (test de Anova). La intercalación retrata el % de disminución en R2* (calculado como [R2*(mes 0) - R2*(mes 6)] / R2*(mes(0)] *100) contra el R2* inicial (mes 0 de tratamiento) que rendido por el análisis de regresión lineal es un declive de 4.2 ± 0.90 n=9 de r=0.87 p <0.0025.
Agradecimientos: F. Girard (GE-Health Care Technology Europe), DRC-APHP, Asociación Francesa contra la Miopatía (AFM) , Fundación para la Ciencia de Israel (ISF) y AFIRN, por la ayuda parcial; Al Dr. Nir Navot por su interés en el trabajo. Al Profesor U. Motro por el asesoriamiento estadístico.
Contribuciones de los autores: N. Boddaert: Estudios de MRI, K.H. Le Quan Sang: coordinación de pacientes y pruebas de laboratorio: A. Rötig: pruebas de laboratorio: A. Leroy-Willig: cálculo de los análisis MRI, S. Gallet: seguimiento hematológico pediátrico; F. Brunelle: estudios MRI; D. Sidi: ecocardiografías; J.C. Thalabard: diseños del ensayo clínico y análisis estadístico; A. Munnich: diseño y supervisión del ensayo, análisis de datos y escritura del papel; Diseño del proyecto de Z.I. Cabantchik, análisis de datos y escritura del artículo. AM y ZIC iniciaron los estudios y tienen igual contribución.
Referencias:
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MI NOMBRE ES STHEPHANIE, TENGO 22 AÑOS, SOY CHILENA Y HACE MUY POCO QUE SOY PARTE DE ESTE GRUPO, ADEMAS NO HE HABLADO MUCHO HACI QUE NO CREO QUE ME CONOSCAN.
APARTE DE MANDARLES MUCHOS SALUDOS Y CARIÑOS A TODOS, QUIERO PREGUNTARLES ALGO, TAL VEZ MI IGNORANCIA ES GRANDE PERO BUENO ES PARA SALIR DE ELLA QUE PREGUNTO. EN EL POCO TIEMPO QUE LLEVO ME HE DADO CUENTA DE LA GRAN CANTIDAD DE ATAXICOS Y AF EN ESPAÑA, Y ME LLAMA TREMENDAMENTE LA ATENCION, ES SOLO CURIOSIDAD,
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Brevettato un nuovo sistema per il trasporto di farmaci attraverso la barriera ematoencefalica
Traduzione: Gian Piero Sommaruga
Ricercatori del Blanchette Rockefeller Neurosciences Institute (BRNI) hanno brevettato un nuovo sistema per trasportare i farmaci in modo sicuro attraverso la barriera ematoencefalica (1).
La barriera ematoencefalica è costituita da un insieme di cellule che circoscrivono i vasi sanguigni cerebrali e proteggono le strutture vitali del cervello da sostanze estranee. Questa barriera ha da sempre creato enormi difficoltà ai ricercatori nel momento in cui era necessario far arrivare al cervello farmaci terapeutici per curare tumori, infezioni e malattie degenerative cerebrali quali l’Alzheimer e il morbo di Parkinson.
Questo nuovo sistema si avvale di un processo biochimico denominato transcitosi, solitamente utilizzato dalle cellule per trasportare nel cervello molecole essenziali quali il colesterolo. Già dai primi tentativi, gli scienziati del BRNI sono riusciti ad utilizzare questo nuovo sistema per far arrivare a livello sperimentale varie sostanze al cervello dei topi, senza produrre effetti indesiderati.
I ricercatori sperano che i pazienti possano in futuro beneficiare di questa scoperta, ha dichiarato il Prof. Daniel Alkon, responsabile scientifico del BRNI.
"Questa scoperta potrebbe trasformarsi in un nuovo strumento di grande utilità che i medici potranno utilizzare per curare le malattie cerebrali," ha aggiunto Daniel Alkon. "La barriera ematoencefalicaassicura al cervello un’efficace protezione dalle tossine in circolazione, dai batteri e da altre sostanze dannose. Occorre però uno strumento efficace per far arrivare i farmaci oltre questa barriera se vogliamo offrire ai pazienti la possibilità di terapie migliori." Questo nuovo sistema brevettato dal BRNI si basa principalmente su lipoproteine di bassa densità (LDLs), un gruppo di molecole normalmente presenti nel sangue. Per facilitare alle particelle LDL il raggiungimento del loro obiettivo, i ricercatori del BRNI le hanno rivestite con una proteina naturale nota come apolipoproteina E, che le aiuta a dirigersi verso i recettori presenti nelle cellule della barriera ematoencefalica. In seguito questi recettori assistono questa particella, che può contenere qualsiasi farmaco nel suo nucleo centrale lipidico, affinchè riesca ad attraversare la barriera e raggiunga così il cervello.
Secondo Alkon, i precedenti tentativi mirati a sviluppare vettori si basavano su virus e polimeri (2) artificiali che pur riuscendo a penetrare la barriera presentavano grandi rischi.
I primi vettori, come ad esempio i liposomi, erano instabili o tendevano a liberare iI loro carico in luoghi indesiderati – quali il fegato o le pareti dei vasi sanguigni. Il sistema di trasporto messo a punto dal BRMI impedisce alle lipoproteine di rilasciare il loro carico prima di aver raggiunto il punto designato, garantendo stabilità alle particelle nel circolo ematico.
Il brevetto statunitense numero 7.220.833, "Artificial Low-Density Lipoprotein Carriers for Transport of Substances Across the Blood-Brain Barrier," “Lipoproteine artificiali abassa densitàdesignate al trasporto di sostanze attraverso la barriera ematoencefalica”
è stato rilasciato oggi, 22 maggio 2207, al BRNI per questo scopo.
Il BRNI (http://www.brni.org) è un istituto di ricerca no-profit dedicato allo studio della memoria umana. Sua missione principale è velocizzare il passaggio delle scoperte nel campo neurologico, strumenti diagnostici e terapie inclusi, dalla ricerca di laboratorio ai pazienti affetti da malattie neurologiche quali l’Alzheimer.
Jay Rockefeller,senatore statunitense del West Virginia, ha fondato questo istituto in memoria di sua madre, deceduta a causa dell’Alzheimer.
(1) Barriera ematoencefalica - Parete costituita da cellule endoteliali e astrociti, presente nel cervello, dove svolge una funzione di blocco del passaggio di macromolecole e di molecole ionizzate trasportate dal flusso sanguigno al Sistema Nervoso Centrale (SNC)
(2) Polimeri -col termine "polimeri" si intendono comunemente le macromolecole di origine sintetica: materie plastiche, gomme sintetiche e fibre tessili (ad esempio il nylon), ma anche polimeri sintetici biocompatibili largamente usati nelle industrie farmaceutiche, cosmetiche ed alimentari, tra cui i polietilenglicoli (PEG) i poliacrilati e i poliamminoacidi sintetici.
Nuevo método patentado para transportar medicamentos a través de la barrera hematoencefálica
Traducción: MariLuz González Casas
Investigadores del Blanchette Rockefeller Neurosciences Institute han patentado un nuevo método que permite transportar de forma seguramedicamentos a través de la barrera hematoencefálica.
La barrera hematoencefálica está formada por un grupo de células que revisten los vasos capilares del cerebro, protegiendo las estructuras cerebrales vitales de sustancias extrañas. Esta barrera ha planteado enormes dificultades a los investigadores a la hora de introducir fármacos en el cerebro para tratar tumores, infecciones o enfermedades degenerativas cerebrales como el Alzheimer o el Parkinson. El nuevo método se sirve de un proceso llamado transcitosis, del que se sirve habitualmentela célula para transportar hasta el cerebromoléculas necesarias como el colesterol. En tests iniciales, los científicos del BRNI consiguieronintroducir en el cerebro de las ratas diversas sustancias de prueba mediante este nuevo método sin efectos adversos. Los investigadores tienen la esperanza de que en un futuro este hallazgo sea de ayuda para los pacientes, según palabras de Daniel Alkon ,M.D., director científico de BRNI.
“Este hallazgo puede convertirse en una herramienta de gran utilidad que los médicos podrán utilizar para tratar enfermedades cerebrales,” afirmó el Dr. Alkon . “La barrera hematoencefálica protege al cerebro de manera eficaz contra las toxinas, bacterias y otras sustancias nocivas que circulan por el torrente sanguíneo. No obstante necesitamos un medio eficaz para introducir fármacos que traspasen la barrera con vistas a ofrecer mejores tratamientos a los pacientes.”
El nuevo método patentado por BRNI se basa fundamentalmente en las lipoproteínas de baja densidad (LDLs), un tipo de moléculas que se encuentran de forma natural en la sangre. Para ayudar a las partículas LDL a alcanzar su objetivo, los investigadores del BRNI han recubierto las partículas con una proteína natural conocida como apolipoproteína E, queguía las partículas hasta los receptores de las células de la barrera hematoencefálica. Entonces estos receptores asisten a estapartícula diseñada para contener cualquier fármaco en su núcleo lipídico para que pueda cruzar la barrera y de esta forma llegar al cerebro. Según Alkon, las tentativas previas con vistas a desarrollar mecanismos de transporte se basaban en virus y polímeros artificiales que lograban traspasar la barrera pero presentaban también grandes riesgos. Estos mecanismos de transporte, como los liposomas, eran inestables o solían liberarse de su carga en lugares no deseados – como por ejemplo el hígado o en las paredes de los vasos capilares. El sistema diseñado por BRNI impide que las lipoproteínas abandonen su carga antes de alcanzar su lugar de destino, asegurándose de que las partículas permanezcan estables en el torrente sanguíneo. La patente estadounidense número 7.220.833,"Artificial Low-Density Lipoprotein Carriers for Transport of Substances Across the Blood-Brain Barrier,"fue expedidapara su desarrollo porBRNI hoy día 22 de mayo.
BRNI (http://www.brni.org)es un instituto de investigación, sin ánimo de lucro, dedicado al estudio de la memoria humana. Su misión principal consiste en agilizar los avances neurológicos desde el laboratorio, incluidos herramientas de diagnóstico y tratamientos, directamente hasta los pacientes aquejados de enfermedades neurológicas como el Alzheimer.El Senador americano Jay Rockefeller de West Virginia fundó el instituto en memoria de su madre, que falleció de Alzheimer.
os envío la traducción de este artículo que me pareció interesante. Contacté por e- mail con la Dra. Shroff. En su respuesta (sábado, 23 de mayo) me dice que también están trabajando en ataxia de Friedreich con éxito. Su objetivo es parar la progresión de la enfermedad, pero que de momento no hay garantías.
Hoy viernes13 de abril se pudo ver en SKY NEWS cómo una mujer australianadaba sus primeros pasosdespués de haber sufrido un accidente de coche y todo gracias a Miracle Stem Cell Cure. Verdadero o no, es Usted quien debe decidir. Si Usted no ha visto el reportaje aquí lo puede leer y visionar puesto que hemos añadido la entrevista en vídeo.
¿Terapia milagro con células estaminales?
Convencida: Sonya Smith
Una mujer australiana a la que los médicos le pronosticaron que no volvería a andar después de un accidente de coche ya puede caminar, semanas después de recibir un controvertido tratamiento con células madre embrionarias en la India.
Sonya Smith de 45 años, le comentó a Alex Crawford, corresponsal de Sky News, quesu progreso se podría calificar de milagroso.
Sus propios médicos le habían dicho que se mentalizara para una vida en silla de ruedas y ella había intentado durante 18 meses buscar ayuda desesperadamente. Entonces se enteró de la existencia de la Dra. Geeta Shroff en la India y decidió emprender el viaje de 6000 millas desde Brisbane para someterse al tratamiento en Nueva Delhi.
La Dra. Shroff trabaja en solitario y dirige un hospital privado en el que ha tratado a más de 300 pacientes aquejados de diversas enfermedades y patologías.
Después de ocho semanas de inyecciones, la señora Smith ha recuperado el control de vejiga e intestinos; está ganando masa muscular en las piernas y afirma haber recuperado la sensibilidad profunda en muslos y pies.
A pesar del escepticismo generalizado, está convencida: “ Definitivamente, este cambio se debe a las células madre” apostilla, “puedo sentir mis muslos mientras que antes no podía.”
Los detractores de la doctora Shroff creen que es demasiado bonito para ser verdad y la doctora tampoco ha ayudado mucho en este sentido al negarse a explicar su técnica detalladamente o cómo llegó a la fórmula.
Además la tildan de irresponsable ya que no es ético usar células madre embrionarias antes de haber mostrado su eficacia en un ensayo con humanos, afirman que utilizaa sus pacientes como cobayas.
La Dra. Shroff rechaza estas críticas. Afirma haber documentado exhaustivamentesus hallazgos y que respeta la legalidad vigente en su país, sus pacientes son prueba de ello.
“Estas personas estaban totalmentedesesperadas. “ dice la Dra. Shroff “ Yo les he devuelto la esperanza. ¿Qué hay de malo en esto?”
Sky News informó por primera vezsobre el trabajo de la Dra. Shroff en enero de 2006. Entrevistamos a docenas depacientes y desde entonces hemos mantenido el contacto con muchos de ellos. Ninguno de ellos se queja de efectos no deseados. No se han evidenciado problemas y todos han obtenido mejoría en sus respectivas dolencias.
De sus 300 pacientes, más de 50sufren daños en la médula espinal. Otros tienen Alzheimer, enfermedades neuromotoras, Parkinson – y todos creen que están mejorando.
La Dra. Shroff no quiere revelar su secreto por el momento, pero si sus técnicas consiguen los resultados que prometen, estaríamos hablando de un descubrimiento importante.
Hasta la fecha no hay ensayos clínicos con células estaminales embrionarias en humanos- Gran Bretaña está todavía en fase preclínica.
La Dra. Shroff realizatrasplantes de células madre embrionarias en pacientes con enfermedades incurables. No quiere revelar la tecnología exacta pero afirma que cultiva las células madre en condiciones de laboratorio acreditadas y con diferentes líneas celulares para enfermedades específicas.
Cada tipo de enfermedad tiene un protocolo diferente y por lo tanto también un tratamiento y dosis de células madre específico. Su técnica le permite usar únicamente un embrión que le permite desarrollar un banco de células estaminales “ inagotable “ desdesu punto de vista.
¿Por qué razón no ha ofrecido sus descubrimientos a la comunidad científica para que éstapueda examinarlos?
La Dra. Shroff responde que ha comunicado sus descubrimientosa las autoridades de la India y cree que mantiene todo en regla ya que se ajusta a las leyes de su país.
Las leyes en la India son muy flexibles y está permitido tratar enfermedades incurables o enfermos en fase terminal utilizando este método controvertido. Ha solicitado una patente y en el momento en que la obtenga, divulgará sus secretos médicos.
Pero los escépticosen la profesión médicala acusan de estar usando a sus pacientes como cobayas humanos y que la supuesta mejoría se debe al efecto placebo ya que no ha habido ensayos clínicos fiables.
La Dra. Shroff dice que tiene actualmente en sus archivos más de 300 pacientes que sufren enfermedades incurables y enfermos en fase terminal - más de 50 con daños en la médula espinal – los resultados se repitieron en todos ellos y por lo tanto son estadísticamente significativos.
Todosestos pacientes están desesperados y deshauciados por otros médicos.
¿Tiene intención de permitir que algún equipo medico internacional examine su trabajo?
La Dra. Shroff está dispuesta a aceptar pacientes de otros facultativos para que puedan contrastar los resultados una vez finalizado el tratamiento, además siempre serán bienvenidos si quieren ver su trabajo in situ. La Dra. Shroff trabaja en solitario y dirige su propio hospital. No recibe ningún tipo de fondos.
Todas sus finanzas son fruto de su trabajo. Quiere seguir siendo independiente y esto podría explicar su reticencia a dejar su trabajo en manos de un equipo médico oficial hasta que no se lareconozca oficialmente como pionera en este campo.
¿Qué otros trabajos está realizando?
Está trabajando en muchas enfermedades como Alzheimer, enfermedades neuromotoras, diabetes y en todas ellas ha obtenido mejorías en los pacientes tratados.
Me he tomado la molestia de conseguir los resultados de los pacientes tratados por la Dra. Geeta Shroff.
Hasta ahora sólo he podido postear en detalle los resultados de estos 8 pacientes. A pesar de que hasta la fecha están documentados 12 historiales de pacientes (SCI), he copiadolos detalles TAL CUAL sin introducir ningún cambio.
Para acceder a los resultados de los pacientes haga Click Aquì
New Patented Method for Transporting Medicine Across the Blood-Brain Barrier
Researchers at the Blanchette Rockefeller Neurosciences Institute have patented a new way of safely transporting medicine across the blood-brain barrier.
The blood-brain barrier is a group of cells that line the brain's blood vessels, protecting vital brain structures from foreign substances. The barrier has posed enormous difficulties for researchers who want to deliver therapeutic drugs to the brain to treat tumors, infections and degenerative brain diseases such as Alzheimer's and Parkinson's.
The new method takes advantage of a process called transcytosis, which a cell normally uses to transport necessary molecules, such as cholesterol, into the brain. In early tests, BRNI scientists were able to use the new way to deliver a variety of test substances into the brains of rats with no ill effects.
Researchers are hopeful that this will some day be helpful to patients, according to Daniel Alkon, M.D., scientific director of BRNI.
"This may lead to a powerful new tool that clinicians can use to treat brain diseases," Dr. Alkon said. "The blood-brain barrier provides effective protection to the brain against circulating toxins, bacteria and other harmful substances. But we need to have an effective means of delivering drugs across the barrier if we are going to offer patients better treatment options."
The new method patented by BRNI is based primarily of low-density lipoproteins (LDLs), a class of molecules that naturally occur in the blood. To help the LDL particles reach their target, BRNI researchers have coated the particles with a natural protein known as apolipoprotein E, which helps direct the particles to receptors on the blood-brain barrier cells. These receptors then assist the particle, which can contain any drug in its central lipid core, across the barrier into the brain.
According to Alkon, previous attempts to develop carriers relied on viruses and artificial polymers, which could penetrate the barrier, but posed high levels of risk. Earlier carriers, like liposomes, were unstable, or tended to rid their cargo in unwanted places - like the liver or blood vessel linings. BRNI's system prevents lipoproteins from abandoning their cargo until reaching the target destination, ensuring that the particles are stable in the bloodstream.
U.S. patent number 7,220,833, "Artificial Low-Density Lipoprotein Carriers for Transport of Substances Across the Blood-Brain Barrier," was issued to BRNI for this development today, May 22.
BRNI (http://www.brni.org) is a non-profit research institute dedicated to study of human memory. Its primary mission is to accelerate neurological discoveries from the lab, including diagnostic tools and treatments, directly to patients who are suffering from neurological diseases such as Alzheimer's. U.S. Senator Jay Rockefeller of West Virginia founded the institute in memory of his mother, who died of Alzheimer's disease.
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Our work has developed the technical infrastructure that serves as the grid's foundation for scientific research. Our success depends upon individuals collectively contributing their unused computer time to change the world for the better.
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La misión del World Community Grid es la de crear la distribución de computación pública más grande del mundo para abordar proyectos que beneficien a la humanidad.
Nuestro trabajo ha desarrollado la infraestructura técnica que sirve como la base de la computación distribuida para la investigación científica. Nuestro éxito depende de que los individuos colectivamente contribuyan con su tiempo no utilizado de computación para cambiar el mundo para mejor.
El World Community Grid está colocando la tecnología a disposición solamente de organizaciones públicas y sin ánimo de lucro para uso en investigación humanitaria que podría de otra forma no ser realizada en virtud del alto costo de la infraestructura de computación necesaria en la ausencia de una computación distribuida pública. Como parte de nuestro compromiso para el avance del bienestar humano, todos los resultados serán de dominio público y serán publicados para la comunidad global de investigación.
Cómo Funciona la Tecnología de Computación Distribuida
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Le World Community Grid a pour mission de créer la plus vaste grille de calcul distribué au monde afin d'aborder des projets qui bénéficieront à l'humanité entière.
Notre travail a permis de développer l'infrastructure technique qui sous-tend ce réseau dédié à la recherche scientifique. Notre succès repose sur des individus qui mettent en commun leur temps machine inutilisé pour faire un monde meilleur.
Le World Community Grid met sa technologie à disposition des seules organisations publiques ou à but non lucratif pour qu'elles l'utilisent dans des recherches humanitaires qui, autrement, risqueraient de ne pas aboutir en raison du coût élevé de l'infrastructure informatique nécessaire en l'absence d'infrastructure publique. Dans le cadre de notre engagement à faire progresser le bien-être de l'homme, tous les résultats seront versés au domaine public et transmis à la communauté scientifique mondiale.
Qu'est-ce que l'informatique distribuée
Faire la différence n'a jamais été plus simple ! La technologie de calcul distribué s'utilise simplement et sans danger. Pour commencer, vous vous inscrivez, puis vous téléchargez et installez un petit programme, appelé un "agent", sur votre ordinateur.
Lorsqu'il est en veille, votre ordinateur envoie une demande de données sur un projet spécifique au serveur du World Community Grid. Il effectue ensuite des calculs sur ces données, renvoie les résultats au serveur et lui demande un nouveau bloc de données. Chaque calcul effectué par votre ordinateur fournit aux scientifiques des informations essentielles qui permettent d'accélérer le rythme des recherches !
Pour en apprendre davantage sur les recherches actuelles du World Community Grid, visitez notre zone Recherches.
La recherche scientifique a besoin d'effectuer des calculs de plus en plus complexes pour
résoudre les grands problèmes humanitaires de notre époque. Ces calculs peuvent durer
des centaines d'années sans une puissance de calcul informatique adaptée. La mission de
World Community Grid est donc de mutualiser la puissance de calcul inutilisée de tous les PC
et de créer la plus vaste grille de calcul scientifique au service de l'humanité.
• Promover las relaciones de intercambio y de convivencia.
• Dar apoyo a las familias con personas enfermas de ataxia, tratando de potenciar la ayuda mutua y las relaciones afectivas entre enfermos y familiares
• Información sobre la Ley de dependencia y los baremos aplicables
• Informar de los nuevos tratamientos farmacológicos y en qué Centros se suministran.
• Informar sobre los posibles ensayos clínicos y los resultados que en cada caso se van obteniendo.
• Informar sobre las gestiones que se están llevando a cabo ante Autoridades y Centros de Investigación, para potenciar el conocimiento de estas Enfermedades Raras, entre los Colectivos de investigadores y personal Sanitario. Centros de referencia y Ponencia en el Senado sobre las enfermedades raras.
• Informar sobre el estado actual de la investigación, y la búsqueda de terapias actuales, a través de
1. La red española de ataxias.
2. La red europea de investigación sobre ataxias dominantes.
3. Fármacos resultados obtenidos con ellos.
4. Fármacos en vías de investigación. Resultados preliminares.
5. Otras terapias.
DESTINATARIOS: Familiares y enfermos de Ataxia
PARTICIPANTES: 160 personas
ORGANIZACIÓN DE LA REUNIÓN:
Federación de Ataxias de España
Asociaciones de Ataxia pertenecientes a FEDAES
FECHAS: 15, 16, 17 de junio de 2007.
LUGAR: Monasterio San Luís Jesuitas. Villagarcía de Campos. Valladolid.
PROGRAMA
Viernes 15 de junio de 2007
13,00 Recepción y acogida
14,00 Comida
16,00 Exposición de material ortoprotésico
18,00 Tiempo libre
20,30 Cena.
22,00 Fiesta de convivencia.
Sábado 16 de junio de 2007
9,30 Desayuno
11,00 INAUGURACIÓN.
Dª Pilar Martín Iglesias. Presidenta de la Asociación de ataxias de Castilla León
D. Ignacio del Burgo: Senador, ponente de la Ponencia sobre Enfermedades raras en el Senado.
Dr. Francesc Palau "La ataxia de Friedreich: Resultados de las últimas investigaciones “Instituto de Biomedicina de Valencia.
Dr. Ignacio Torres "Estado actual de las investigaciones con IGF-I para su uso en ataxias y otras enfermedades neurodegenerativas". Instituto Cajál. CSIC. Madrid
Dr. Filip Lim "Terapia génica y progenitores neurales derivados de pacientes de ataxia". Inst. Biología Molecular Severo Ochoa. Universidad Autónoma de Madrid.
Dr. Antoni Matilla "Últimos avances en la investigación en ataxias dominantes en Europa. Formación del Centro de Investigación Biomédica en Red en enfermedades neurodegenerativas (CIBERNED) del IS Carlos III en el área de las ataxias." Inst. d´Investigació Biomédica de Bellvitge.
D. Isaac Amela Abellán “Estudio Computacional de la Interacción entre las Proteínas Clave de la Ataxia de Friedreich”.Doctorando del Laboratorio de Bioinformática del Instituto de Biotecnología y Biomedicina (IBB) de la Universidad Autónoma de Barcelona (UAB).
MESA 2: Estudios clínicos. Modera: Dr. Antoni Matilla
Dra. Benedicta Catalán y Dr. José Ramón Cano. "ataxias en nuestro medio: un estudio longitudinal en pacientes y evaluación del potencial terapéutico de proteínas neuroprotectoras Base de Datos y estudios clínicos” Servicio de Neurofisiología del Hospital Clínico de Valladolid
Dr. Javier Arpa, Dr. Francisco Domínguez, “Resultados del estudio con Idebenona y Riboflavina en pacientes con ataxia de Friedreich” “Proyecto de ensayo clínico con EPO para ataxias en el hospital” Hospital Universitario "La Paz", Madrid.
Dr. José Luís Muñoz Blanco. “Resultados de los estudios piloto efectuados en el hospital Gregorio Marañón de Madrid, con la hormona de crecimiento GH” “Proyecto de experimentación con células de glía olfatoria en enfermos de AF” Hospital Universitario Gregorio Marañón de Madrid.
Dra. Mary Kearney. “Los nuevos ensayos programados sobre ataxias de Friedreich. Últimos avances e investigaciones”. Secretaria de Euroataxia (En inglés. Traduce Dr. Antoni Matilla).
14,30 Comida.
16,00 Descanso y tiempo libre
17,30 MESA 3: Servicios informativos y sociales. Modera: Dr. Francesc Palau
Dª Mª José Planas . “Ley de dependencia. Los baremos de dependencia. Los servicios Sociales”.
D. Gian Piero Sommaruga. "FA_babelFamily Modelo de información multilingüe sobre ataxia de Friedreich” Responsable de este boletín informativo diario
Dª Isabel Campos “Enfermedades raras y los Centros de referencia. Discusión actual”.
20,30 Cena.
22,00 Fiesta y convivencia.
Domingo 17 de junio de 2007.
10,00 Desayuno
ASAMBLEA GENERAL
11,00 D. Miguel Ángel Cibrián. Dª Mafefa García de Dios. “Palabras de bienvenida y saludo” Presidente de Fedaes y Responsable relaciones.
11,20 Dª Isabel Campos. “Asamblea y actividades realizadas” Vicepresidenta de FEDAES
11,40. D. Joaquín Planas y D. Tomás Redondo. “Secretaría y cuentas” Tesorero y Secretario Fedaes.
12,00 Dª Cristina Martínez Martín. Trabajos realizados en la Sede.
12,20 Preguntas de los asistentes
13,00 Tiempo de descanso y de relaciones
13,30 Comida y despedida.
15,30 CLAUSURA
El lugar donde celebraremos las jornadas se encuentra situado en la localidad de Villagarcía de Campos en la provincia de Valladolid, en el Monasterio San Luís, regido por jesuitas.
Dado que el número de plazas adaptadas es limitado, los criterios de preferencia son:
1. Ser afiliadas a Fedaes o pertenecer a cualquiera de sus asociaciones miembros.
2. Ser enfermo de ataxia y familiar cuidador.
3. Resto de personas.
RESERVA DE PLAZA
Para la reserva de plaza será necesario rellenar el boletín de inscripción e ingresar en la cuenta de FEDAES el 50% del coste de las jornadas antes del 15 de mayo de 2007, y enviar el justificante a la sede de Fedaes en Valladolid:
Antes del 5 de junio deberá haberse ingresado el otro 50%.
Epidemiology Prevalence Approx. 1 in 50,000 amongst caucasian populations. Rare in sub-Saharan Africans and unknown in Far East.1 Like all autosomal recessive conditions there are pockets of increased incidence amongst culturally/geographically isolated communities, notably in Cyprus, Southern Italy and amongst some French Canadians in Quebec.1 Risk factors Consanguineous marriage of parents.
The GAA triplet repeat expansion that causes Friedreich ataxia is found only in individuals of European, North African, Middle Eastern, or Indian origin (Indo-European and Afro-Asiatic speakers). Analysis of normal alleles of the GAA repeat and of closely linked markers suggests that expansions arose through a unique two-step process. A major implication of these findings is that Friedreich ataxia may not exist among sub-Saharan Africans, Amerindians, and people from China, Japan, and Southeast Asia.
The disease affects primarily the Caucasian population, where the incidence rate is approximately 1 in 30,000 to 50,000. It affects some 10,000 patients in the US and 10,000 patients in Europe. (very low estimation, according to me...GP)
Internationally: Prevalence of the disease is similar across Europe and the United States. A large Italian study suggested a prevalence between 0.4 case and 4.7 cases per 100,000 population (Filla, 1992). Swedish studies have suggested a prevalence of 1 case per 100,000. While the majority of phenotype correlation is with an unstable GAA expansion of the first intron of the gene encoding for frataxin, this genotype for a FRDA phenotype is uncommon in Japan.
The prevalence of Friedreich ataxia is 2/100,000-4/100,000. The carrier frequency is 1/60-1/100.
FRDA is the most common inherited ataxia in Europe, the Middle East, South Asia (Indian subcontinent), and North Africa.
FRDA has not been documented in Southeast Asia, in sub-Saharan Africa, or among Native Americans. A lower than average prevalence of FRDA is noted in Mexico.
Subject: ÈÝìá: [FA_babelFAmily] ENG-ITA-ESP-NED-SAR: Pubmed - Functional Recovery in a Friedreich's Ataxia Mouse Model - Recupero funzionale in un modello murino di Atassia di Friedreich - Recuperación funcional en un modelo murino de Ataxia de Friedreich
Thank you Gian Piero ! I think this is an optimistic perspective... Have you got any information about the connection between FA and the geographic factor ? Do you know that there is a higher rate of FA among European people ? Gabriella
1Departamento de Biología Molecular, Centro de Biología Molecular "Severo Ochoa" (CSIC-UAM), Universidad Autónoma de, Madrid, Madrid, Spain.
There is currently no effective treatment for Friedreich's ataxia (FA), the most common of the hereditary ataxias. The disease is caused by mutations in FRDA that drastically reduce expression levels of the mitochondrial protein frataxin. In FA animal models, a key difficulty is obtaining the precise levels of frataxin expression in the appropriate tissues to provoke pathology without early lethality. To develop strategies to circumvent these problems, conditional frataxin transgenic mice have been generated. We now show that frataxin expression can be eliminated in neurons from these loxP[frda] mice by infection with CRE-expressing herpes simplex virus type 1 (HSV-1) amplicon vectors. We have also achieved in vivo delivery by stereotaxic injection of these CRE-expressing vectors into the brainstem of loxP[frda] mice to generate a localized gene knockout model. These mice develop a behavioral deficit in the rotarod assay detectable after 4 weeks, and when re-injected with HSV-1 amplicon vectors expressing human frataxin complementary DNA (cDNA) exhibit behavioral recovery as early as 4 weeks after the second injection. To the best of our knowledge, this is the first proof of principle of recovery of neurological function by a therapeutic agent aimed at correcting frataxin deficiency.Molecular Therapy (2007) 15 6, 1072-1078. doi:10.1038/sj.mt.6300143.
1Departamento de Biología Molecular, Centro de Biología Molecular "Severo Ochoa" (CSIC-UAM), Universidad Autónoma de, Madrid, Madrid, Spain
Traduzione: Gian Piero Sommaruga
Per l’atassia di Friedreich (AF), l’atassia ereditaria più comune, attualmente non è disponibile alcun trattamento efficace. Questa malattia è causata da mutazioni nel gene FRDA che riducono drasticamente il livello di produzione della proteina mitocondriale fratassina. Nei modelli animali con AF la difficoltà maggiore consiste nell’ottenere gli esatti livelli di produzione di fratassina nei tessuti appropriati, per provocare la patologia, senza causare morte precoce. Per sviluppare strategie in grado di aggirare questo problema, sono stati creati dei modelli murinitransgenici per la fratassina.
Abbiamo dimostrato che l’espressione della fratassina può essere eliminata nei neuroni di questi topi loxP[frda] tramite l’infezione con vettori amplicon del virus herpes simplex di tipo 1 (HSV-1) che esprimono CRE. Siamo anche riusciti a realizzare tramite iniezione stereotassicail trasporto in vivodi questi vettori che esprimono CRE nel tronco cerebrale di topi loxP[frda] per generare un modello knockout con gene localizzato. Questi topi sviluppano delle difficoltà attitudinali nella prova della ruota riscontrabili a partire dalla quarta settimana e quando vengono re-iniettati con vettori amplicon HSV-1 che esprimono fratassina umana DNA complementare (Cdna) evidenziano un recupero attitudinale fin dalla quarta settimana dopo la seconda iniezione. Da quanto ci risulta, questo è il primo studio in cui è stato dimostrato un recupero delle funzioni neurologiche attraverso un agente terapeutico mirato a correggere la mancanza di fratassina.
1Departamento de Biología Molecular, Centro de Biología Molecular "Severo Ochoa" (CSIC-UAM), Universidad Autónoma de Madrid, Madrid, España
Traducción: MariLuz González Casas
Actualmente no existe ningún tratamiento eficaz para la ataxia de Friedreich (AF), la ataxia hereditaria más común. Esta enfermedad está causada por mutaciones en el gen FRDA que reducen drásticamente el nivel de expresión de la proteína mitocondrial frataxina. En los modelos animales con AF, la mayor dificultad consiste en obtener los niveles precisos de expresión de frataxina en los tejidos apropiados para provocar la patología sin causar muerte precoz. Para desarrollar estrategias que eviten este problema, se han creado modelos murinos transgénicos para la frataxina.
Hemos demostrado que la expresión de la frataxina puede ser eliminada de las neuronas de estos ratonesloxP[frda] por infección con vectores amplicón del virus herpes simplex de tipo 1 (HSV-1) que expresan CRE. También hemos conseguido llevar a cabo por inyección estereotáxica el transporte en vivo de estos vectores que expresan CRE en el tronco cerebral de los ratones loxP[frda] para generar un modelo knockout con gen localizado. Estos ratones desarrollan déficits funcionales en la prueba rotatoria detectables a partir de la cuarta semana, y cuando se les inyecta con vectores amplicón HSV-1 que expresan frataxina humana DNA complementaria (cDNA) evidencian recuperación funcional a partir de la cuarta semana después de la segunda inyección. De acuerdo con nuestra información, este es el primer estudio en el que se ha demostrado recuperación de las funciones neurológicas a través de un agente terapéutico dirigido a corregir la falta de frataxina.
1Afdeling Moleculaire Biologie, Centrum Moleculaire Biologie “Severo Ochoa” (CSIC-UAM), Universidad Autonoma de Madrid, Madrid, Spanje
Vertaling: Antiogu Cappai Cadeddu
Tegenwoordig bestaat geen doeltreffende behandeling voor de Ataxia van Friedreich, de veel voorkomend aangeboren vorm van ataxia. Deze ziekte wordt veroozaakt door de FRDA gen mutaties die een drastische vermindering van de mitocondriale eiwit frataxine met zich meebrengt. Bij de dierlijke modellen met FA ishet moeilijkst het krijgen van de juiste spiegel van frataxine bij de toegepaste weefsels, om de pathologie te veroozaken, zonder een vroege dood te aanrichten. Om doeltreffende strategiën te ontwikkelen die in staat zouden zijn dit probleem te ontwijken, heeft men proefmuizen gecreerd met een genetische afwijking die zorgt voor een tekort aan frataxine.
Wij hebben bewijzen dat het frataxine expressie in de neuronen van deze muizen weggenomen wordt door de infectie met amplicon vectoren van het herpes simplex virus type 1 (HSV-1) die CRE uitdrukken. Het is ons ook gelukt door stereotaxisch injectie het vervoer ‘in vivo’ van deze vectoren die CRE uitdrukken naar de hersenstam van muizen loxP[frda] om een knochout model met gelokaliseerd gen voort te brengen. Deze muizen, met de wiel proef, ontwikkelen gedrag stoornissen die vanaf de vierde week waargenomen worden en als zij met amplicon HSV-1, die humane frataxine complementaire DNA (Cdna) uitdrukken, her-geinjecteerd worden, zij, al vanaf de vierde week na de tweede injectie, een gedrag herstel tonen. Wat wij weten, is dat de eerste studie waar een herstel wordt bewijzen van de neurologische functies door een therapeutische middel die gemikt is op de correctie van de frataxine gebrek.
Ricuperu funtzionale in unu modellu de sorighes de sa Atassia de Friedreich premmesu de batire in sos genes sa fratassina impreande unu vetore amplicon de su HSV-1
Dipartimentu de Biologia Moleculare, Tzentru de Biologia Moleculare “Severo Ochoa” (CSIC-UAM), Universidade Autónoma de, Madrid, Madrid, Ispagna.
Bortadu in limba sarda da Antiogu Cappai Cadeddu
Sa Atassia de Friedreich, sa forma prus comuna de atassia, oe in die no tenet una cura efetiva. Custa maladia benit da mutatziones de su gene FRDA chi reduen de fortza su livellu de produtzione de sa proteina mitocondriale fratassina. In sos modellos animales cun AF sa dificurtade prus manna est de otenner sos livellos zustos de fratassina in sos tessutos zustos, pro fagher benner sa patolozia sena causare una morte primmaría.
Pro imbentare istratezias chi permitan de bincher custa dificurtade, si sun indivinzados modellos transgenicos de sorighes pro sa fratassina.
Amos mustradu chi sa ispressione de sa fratassina si che podet bogare in sos neurones de custos sorighes loxP[frda] premmesu de s’infetzione cun vetores amplicon de su virus herpes simplex de tipu 1 (HSV-1) chi isprimmen CRE. Semus finas resurtados a fagher premmesu de innietzione istereotassica su trasportu ‘in vivo’ de custos vetores ci isprimmen CRE in su truncu tzerebrale de sorighes lox[frda] pro bogare a campu unu modellu knockout cun gene localizzadu. Custos sorighes manivestan dificurtades de abilidade in sa prova de sa roda chi si poden osservare da sa chida de batoro e, cando si lis torrat a inietare sos vetores amplicon HSV-1 chi isprimmen fratassina umana DNA complementare (CDNA) mustran unu recuperu de abilidade zai da sa chida de batoro a pustis de sa segunda innietzione.
A cantu ischimos nois, custu est su primmu istudiu in ue si mustrat unu ricuperu de sas funtziones neurolozicas premmesu de unu mediu terapeuticu puntadu a mendare sa mancantzia de fratassina.
(…) Dr Rustin then described an approach that they are currently studying. This involves attempting to stimulate the production of the frataxin protein (that is decreased in FA), by using a drug from a family of compounds that are known to stimulate the production of proteins involved in energy production and oxygen radical detoxification. As frataxin is involved in energy production the researchers hope that it will be increased. As this is not a very specific approach, because this type of drug would have an effect on a number of different proteins, one concern was the potential toxicity in Friedreich’s ataxia. They therefore compared the toxicity of one of these drugs (Pioglitazone) in control and FA patients’ cells, and they could not find a difference. Based on these premises, a preliminary test of this drug (already widely used to fight diabetes) in few patients is programmed in October this year at the RobertDebréHospital where Dr Rustin works in Paris.
Inviato da: "Juliette Dieusaert AFAF" Data : Venerdì, 25 maggio 2007 15:31
Buongiorno a tutti,
sì, la ricerca è in movmento, sia a livello di ricerca di base (su cellule, topi cavia etc..) che a livello di ricerca clinica (sperimentazioni di farmaci).
Avendo partecipato regolarmente a vari congressi e ad incontri con gruppi internazionali di ricerca, è da molti mesi che ve lo sto ripetendo: da due anni a questa parte c'è molto movimento e ne siamo felicissimi!
a) Le novità sulla ricerca di base e su quella clinica sono disponibili sul sito
www.afaf.asso.fr; ne siete comunque puntualmente informati attraverso la rivista Espoir (Speranza, ndt) (vedi i due ultimi numeri).
Stiamo spedendo le schede riepilogative su questo argomento all'interno dell'opuscolo "Vivere con l'atassia di Friedreich"; al momento abbiamo spedito 560 opuscoli, 500 dei quali a persone atassiche. Probabilmente questo opuscolo verrà tradotto da EuroAtaxia.
b) Quindi, varie sperimentazioni stanno per partire in Francia e in altre nazioni nel 2007-2008.
Dieci giorni fa, in occasione dell'incontro annuale dell'AFAF, ci sono state illustrate dai loro responsabili.
A giugno le informazioni riportate qui di seguito saranno disponibili in maniera più dettagliata, con l'indicazione dei contatti necessari: potremo divulgare maggiormente le relazioni degli autori appena ce ne verrà data l'autorizzazione.
· Innanzittutto, non bisogna scordare che una sperimentazione è una sperimentazione...: si tratta di provare una molecola che ovviamente ci auguriamo sia efficace, ma occorre attendere la fine della sperimentazione per analizzarne i risultati e a volte potrebbe sfortunatamente succedere che i risultati siano deludenti.
· Partecipare ad una sperimentazione equivale a mettersi in cammino per la ricerca.
· Viene studiata la potenziale efficacia di un farmaco, ma anche i suoi possibili effetti collaterali.
· Nel 2007-2008 in Francia avranno luogo 3 sperimentazioni che spesso saranno condotte contemporaneamente in varie altre nazioni (sperimentazioni multicentriche):
1 - sperimentazione con l'Idebenone su pazienti adulti, a diversi dosaggi sino a 45 mg/kg e placebo (compressa priva di principio attivo) in 5 nazioni europee. In Francia sarà condotta da Alexandra Durr presso l'ospedale parigino "la Pitié Salpêtrière"; partirà nell'estate del 2007 e durerà un anno.
2 - sperimentazione con Ferriprox (chelante del ferro, ndt) su bambini e adolescenti condotta a Parigi da Arnold Munnich, ospedale Necker. In Belgio questa sperimentazione avverrà sugli adulti e sarà condotta da Massimo Pandolfo; partenza prevista a settembre, per la durata di un anno.
3 - sperimentazione con Pioglitazone su giovani al di sotto dei 20 anni, condotta da Isabelle Husson - Ospedale Robert Debré - alla fine dell'anno e della durata di due anni.
4 - Nel mondo sono in corso di sperimentazione altre molecole (vedi Espoir e il sito
· I risultati delle sperimentazioni vengono quindi analizzati e resi noti a 6-12 mesi di distanza. Dopo di che o le sperimentazioni vengono estese a gruppi più numerosi, oppure viene direttamente permesso ai malati di avvalersi di questo farmaco.
· Pe quale motivo la maggioranza delle sperimentazioni viene effettuata sui bambini?
Nel nostro caso, in cui si ha a che fare con una malattia rara, evolutiva e molto variabile da persona a persona, è difficile disporre di test molto precisi per valutare l'efficacia di un farmaco; dimostrarne l'efficacia rimane comunque di fondamentale importanza. Attualmente ci sono due scale di valutazione, riconosciute intenazionalmente, che prendono in considerazione, tra l'altro, il numero dei passi compiuti con o senza appoggio. Questo è uno dei motivi addotti, oltre al grado di evoluzione meno marcato della malattia che rende più facile l'esecuzione di determinati test.
· Ovviamente, scopo primario delle sperimentazioni è che tutti i malati possano alla fine trarne vantaggio se i risultati sono soddisfacenti.
· Senz'altro sarà necessario ricorrere a più farmaci per rallentare il decorso della malattia e magari alla fine guarire!
Risposte di Arnold Munnich alle nostre domande:
Speranze sugli effetti del Deferiprone
Non posso aggiungere nulla a quanto abbiamo già scritto. Le risposte arriveranno dallo studio randomizzato multicentrico a doppio cieco. Tutto il resto non sarebbero che fantasticherie...
Come si può partecipare a questo studio?
Lo studio multicentrico dovrebbe comprendere il ChiIdren Hospital di Philadelphia con David Lynch, l'Ospedale Erasme con Massimo Pandolfo (Bruxelles, ndt) e l'Ospedale Necker per i bambini (Parigi, ndt). In linea di massima partiremo con 80 pazenti, con tre modalità: 40 mg/kg, 60 mg/kg e placebo (il sorteggio avverrà a Toronto). Durata: 12 mesi. Inizio della sperimentazione a settembre. Tra bambini e giovani adulti ho già raccolto complessivamente 140 domande (di reclutamento nel trial, ndt), di cui a breve dovrò proporne una ventina.
Appena sapremo i risultati tutti ne saranno informati e all'occorrenza potranno trarne vantaggio (del farmaco, ndt)
L'articolo pubblicato su Le Monde ha messo in apprensione alcune famiglie, molto angosciate a causa di questa frase : "la sopravvivenza di rado supera l'inizio dell'età adulta" .
Sì, è molto scorretta. Sappia che Jean Yves Nau ha pubblicato il suo articolo senza contattarmi, senza parlarmene, senza neanche chiamarmi e senza farmelo visionare prima.
(Arnold Munnich, 24 maggio 2007)
Tutto ciò è molto incoraggiante! Dobbiamo partecipare!
Con affetto,
Juliette
Juliette Dieusaert Presidente della AFAF (Associazione Francese dell'Atassia di Friedreich) 12, place Brisset - 02500 Hirson (France) tél-fax : 03.23.58.61.65
sí, la investigación avanza, tanto en el plano de la investigación básica (en células, modelos murinos etc..) como en la investigación clínica (ensayos de medicamentos).
Lo he podido constatar por haber participado de forma regular en diversos congresos y encuentros de equipos internacionales de investigación y así os lo he comunicado desde hace varios meses: la investigación ha avanzado mucho en los últimos dos años y estamos muy contentos.
a) La actualidad en investigación fundamentaly clínica se encuentra en elsiguiente sitio : www.afaf.asso.fr
Además se informa regularmente en la revista Espoir (ver los dos últimos números).
Las fichas sobre este tema en la carpeta “Vivre avec l'ataxiede Friedreich” están en proceso de expedición; hasta la fecha hemos enviado 560 carpetas de las cuales 500 a enfermos de ataxia; y probablemente se traduzca para EuroAtaxia.
b) Varios ensayos tendrán lugar en Francia y en otros países en 2007- 2008.
Los responsables de estos ensayos los han presentado con ocasión del reencuentro anual de la AFAF hace 10 días.
La información que sigue a continuación se dará más detallada en junio juntamente con los contactos, una vez que las reseñas sean avaladas por sus autores podremos darles mayor difusión.
· En principio, no debemos olvidar que un ensayo es un ensayo..: se trata de examinar una molécula que se espera que sea eficaz, pero será necesario esperar hasta el fin del ensayo para analizar los resultados; y desgraciadamente puede suceder que a veces el resultado sea decepcionante.
· Participar en un ensayo significa poner en marcha la investigación
· Se estudia la eficacia potencial de un medicamento pero también los posibles efectos secundarios.
· En 2007/ 2008tendrán lugar 3 ensayosen Francia , a menudo en varios países de forma simultánea (ensayos multicéntricos)
1- ensayo con Idebenona en adultos con varias dosis hasta 45 mg/kg y placebo (comprimido sin principio activo), en 5 países europeos , uno de ellos es el servicio de Alexandra Durr en la Pitié Salpêtrière; comienzo para el verano de 2007 con duración de un año.
2 - ensayo con Ferriprox en niños y adolescentes en el servicio de Arnold Munnich, Necker, y en Bélgicapara adultos con Máximo Pandolfo; su comienzo se prevé para septiembre con duración de un año.
3 - ensayo con Pioglitazona para jóvenes menores de 20 años, en el servicio de Isabelle Husson - Hospital Robert Debré - a finales de año, con una duración de dos años.
4 - Hay otras moléculas que se están ensayando a nivel mundial (ver Espoir) y el sitio www.afaf.asso.fr
· Los resultados de los ensayos se analizan una vez finalizados y se darán a conocer aproximadamente de
6 a 12 meses más tarde. A continuación, o bien se amplían a grupos más numerosos o bien los enfermos pueden acceder directamente a esta molécula.
· ¿ Por qué hay más ensayos con niños?
En esta enfermedad rara, evolutiva y muy variable de una persona a otra, resulta difícil hallar testsprecisos capaces de evaluar la eficacia de un medicamento, y por lo tanto, este detalle es de capital importancia para demostrar la eficacia. Además, actualmente existen dos escalas reconocidas mundialmente, que tienen en cuenta entre otros el número de pasos que el enfermo es capaz de dar, con o sin apoyo. Es una de las razones que se esgrime, junto con una evolución menos marcada que permite hacer ciertos tests con mayor facilidad.
· Naturalmente, el objetivo es que todos los enfermos puedan beneficiarse posteriormente si los resultados del ensayo son concluyentes.
· Sin duda nos harán falta varios medicamentos para ralentizar la enfermedad ycurarse algún día.
Respuestas de Arnold Munnich a nuestras preguntas.
Efectos que se esperande la deferiprona
No puedo decir más de lo que ya hemos escrito. Las respuestas las dará el estudio randomizado multicéntrico a doble ciego, lo demás no sería más que ciencia ficción.
¿Cómo participar en este estudio?
Está previsto que el estudio multicéntrico de Apopharma incluya el servicio de David Lynch, el Hôpital Erasme de Massimo P. y Necker para los niños. En principio se parte con 80 pacientes, de los cuales 40 son adultos y 40 son niños, repartidos en tres categorías: 40 mg/kg, 60 mg/kg y placebo (por sorteo en Toronto). Duración: 12 meses, comienzo en septiembre.
Cuento ya con 140 niños y adolescentes y tendré que proponer una veintena.
Una vez que los resultados se conozcan, se informará a todosy en caso de ser elegido, poder beneficiarse.
El artículo aparecido en “Le Monde” inquieta a muchas familias, angustiadas a causa de la siguiente frase: “La supervivencia rara vez sobrepasa la edad adulta.”
Sí, es muy desacertada. Sepa Usted que Jean Yves Nau publicó el artículo sin contactar conmigo, sin hablarme de ello, ni siquiera me ha llamado ni me lo ha mostrado antes de la publicación.
Arnold Munnich, 24 de mayo de 2007
Todo esto resulta muy esperanzador; ¡debemos participar!
Saludos cordiales,
Juliette
Juliette Dieusaert Presidenta de la AFAF (Asociación Francesade Ataxia de Friedreich) 12, place Brisset - 02500 Hirson (Francia) tél-fax : 03.23.58.61.65 www.afaf.asso.fr - www.orpha.net/nestasso/AFAF
La première fois que j’ai lu l’histoire du léopard sur www.ataxias.org j’avais l’impression de lire un conte, mais quand j’ai eu connaissance de manière plus approfondie de l’action engendrée sur l’organisme par les fosfolipides et les vitamines du groupe B j’ai décidé d’essayer le Fosfatil.
Je le prends depuis deux semaines et je préfère ne pas encore m’emballer, mais j’ai constaté que j’ai plus d’énergie tout au long de la journée, en tous cas plus qu’avant, et que je réussis à parler de façon plus claire.
Ce n’est pas une panacée mais ça aide!
J’ai appris que certains d’entre vous, qui participez à ce forum, prennent actuellement du Fosfatil ou des composés similaires. Il serait très intéressant de pouvoir lire vos expériences en la matière.
Message de Gixxer- 85, posté le 16.05.2007 à 19:53
Je prends actuellement moi aussi de la lécithine et un complexe de Vitamine B à forts dosages, que je fais venir des Pays bas. D’un côté, la lécithine est bien moins coûteuse que des capsules d’Essentiale et quand au contenu il est identique (Fosfolipides). Ce n’est certainement pas une panacée, mais je le prends depuis trois semaines et je note déjà des effets positifs. Je me sens bien plus en forme que d’habitude et bien plus équilibré. Dans tous les cas nous ne devons pas oublier que l’AF ne s’est pas manifestée du jour au lendemain. Je veux dire par là qu’il faut donner du temps au temps. Cependant le Fosfatil proposé par Luz me semblait sincèrement trop cher. A mon avis, 50 Euro pour les frais d’expédition, c’est trop. Quelqu’un du forum en prend-il en ce moment? De quoi s’agit-il exactement? Ce sont de simples fosfolipides, non?
Message de Togi, posté le 17.05.2007, à 09:13
Il m’est arrivé la chose suivante : j'ai montré le feuillet explicatif du Fosfatil au pharmacien et je lui ai demandé s’il pouvait préparer quelque chose de similaire. Il m’a dit que les fosfolipides sont essentiellement à base de soja et qu’ils ne sont pas chers. Ensuite il a fait une recherche sur l’ordinateur et une ordonnance.
Il s’agit d’une forme granulaire de lécithine pure de chez Bioviel, qui ne coûte que 10 Euro les 225 grammes. Une cuillère à thé correspond à cent, voire même mille fois la valeur indiquée dans le Fosfatil.
Ce produit pourrait être associé à de la vitamine B (par exemple celle de la Rathiopharm - les dosages parmi les plus forts!!! (ce détail est très important).
Il ne reste plus qu’à prendre un comprimé de vitamine B par jour et une cuillère à thé de fosfolipides.
En ce qui concerne la vit. B le dosage n’est pas aussi élevé que celui du Fosfatil, mais si on le désire on peut prendre plus de comprimés jusqu’à atteindre 75 mg par jour.
Le prix de cette combinaison est d’environ 15 Euro par mois. Dans le cas ou prend plus de comprimés de vit. B par jour (afin d’atteindre la même quantité que dans le Fosfatil), on arriverait à un montant mensuel total de 25 Euro, avec la garantie qu’il s’agit de Vit. B et de fosfolipides de bonne qualité – en la matière il est nécessaire d’être prudent.…
Au delà de toutes ces considérations, ce fut très gentil de la part de Luz de nous avoir informé de cette opportunité. Cependant, 50 Euro de frais d’expédition cela me semble sans aucun doute une demande excessive de la part de l’association des ataxies (ou de qui que soit l’intermédiaire).
Message de Gixxer, posté le 17.05.2007, à 14:13
Moi je prends celles ci, parce que ces doses massives ne sont pas en vente libre en Allemagne..
Depuis environ un mois je prends de la Lécithine + de la Vitamine B, celle vendue dans toutes les pharmacies ou points de vente (de la Doppelherz, 4 Euro les 40 comprimés)
Envoyé par : "Juliette Dieusaert AFAF" Date : Vendredi, 25. Mai 2007 15:31
Bonjour à tous,
Oui, la recherche bouge, tant sur le plan recherche fondamentale (sur les cellules, les modèles souris etc..) que la recherche clinique (essais de médicaments).
Pour participer régulièrement à divers congrès et rencontres d'équipes internationales de recherche, je vous le dis depuis plusieurs mois : ça bouge beaucoup depuis 2 ans et nous en sommes très heureux !
a) L'actualité dans la recherche fondamentale et de la recherche clinique se trouve sur le site
Et vous en êtes informés régulièrement par la revue Espoir (voir les 2 derniers n*).
Les fiches sur ce sujet dans le classeur "Vivre avec l'ataxie de Friedreich" sont en cours d'expédition ; actuellement, nous avons envoyé 560 classeurs dont 500 à des personnes ataxiques; et il sera probablement traduit pour EuroAtaxia.
b) Plusieurs essais vont donc avoir lieu en France, et dans d'autres pays en 2007-2008.
Les responsables de ces essais les ont été exposés à la rencontre annuelle de l'AFAF il y a 10 jours.
Les infos qui suivent seront détaillées en juin, notamment avec les contacts: dès que les compte rendus seront avalisés par les auteurs, nous pourrons les diffuser plus largement.
· Tout d'abord, au préalable, il ne faut pas oublier qu'un essai est un essai...: il s'agit de tester une molécule qu'on espère bien sûr efficace, mais il faut attendre la fin de l'essai pour analyser les résultats ; et il se peut malheureusement qu'on soit parfois déçus.
· Participer à un essai, c'est déjà se mettre en route pour la recherche.
· On étudie l'efficacité potentielle d'un médicament, mais aussi les effets secondaires possibles.
· En 2007-2008, 3 essais auront lieu en France, souvent dans plusieurs pays à la fois (essais multicentriques)
1 - essai avec l'Idebenone chez des adultes, à divers doses jusqu'à 45 mg/kg et placebo (pas de principe actif dans le comprimé), dans 5 pays européens dont le service d'Alexandra Durr à la Pitié Salpêtrière ; début été 2007 pour 1 an.
2 - essai avec le Ferriprox chez des enfants et ados dans le service d'Arnold Munnich, Necker, et en Belgique chez des adultes avec Massimo Pandolfo ; prévu en septembre pour 1 an.
3 - essai avec la pioglitazone chez des jeunes en dessous de 20 ans, dans le service d'Isabelle Husson- Hopital Robert Debré à la fin de l'année pour 2 ans.
4 - Il y a d'autres molécules essayées dans le monde (voir Espoir) et le site www.afaf.asso.fr
· Les résultats des essais sont ensuite analysés et sont connus environ 6 à 12 mois après. Ensuite, soit ils sont étendus à des groupes plus importants, soit les malades peuvent accéder à cette molécule directement.
· Pourquoi plus d'essais chez les enfants ?
Dans notre maladie rare, évolutive et très variable d'une personne à l'autre, il est difficile de trouver des tests très précis d'évaluation d'efficacité d'un médicament ; et pourtant ceci est capital pour le démontrer. Aussi actuellement, il y a 2 échelles reconnues mondialement qui prennent en compte, entr'autre, le nombre de pas faits, avec appui ou pas. C'est une des raisons évoquées, avec l'évolution moins marquée qui permet plus facilement certains tests.
· Bien sûr, l'idée est que tous les malades en profitent par la suite si l'essai est concluant.
· Sans doute, faudra t il utiliser plusieurs médicaments pour ralentir la maladie, voir guérir un jour !
Réponses d'Arnold Munnich (en italique) à nos Questions
Les effets espérés de la Deferiprone
JE NE PEUX RIEN DIRE D'AUTRE QUE CE QUE NOUS AVONS ECRIT.
LES REPONSES VIENDRONT DE L'ETUDE RANDOMISEE MULTICENTRIQUE EN DOUBLE AVEUGLE. TOUT LE RESTE NE SERAIT QUE SCIENCE FICTION...
Comment participer à l'étude ?
L'ETUDE MULTICENTRIQUE D'APOPHARMA DEVRAIT INCLURE LE CHOP de D.LYNCH, L'HOPITAL ERASME DE MASSIMO et NECKER POUR LES ENFANTS.
EN PRINCIPE ON PART SUR 80 PATIENTS INCLUS, 40 ADULTES et 40 ENFANTS, avec 3 CONDITIONS: 40 mg/kg, 60 mg//kg et placebo (tirage au sort a Toronto). DUREE : 12 MOIS, DEBUT EN SEPT-
J'AI DEJA 140 ENFANTS ET ADULTES JEUNES ET JE VAIS DEVOIR EN PROPOSER UNE VINGTAINE.
DES QUE LES RESULTATS SERONT CONNUS, TOUT LE MONDE POURRA EN ETRE INFORMé ET LE CAS ECHEANT EN PROFITER.
L'article du Monde inquiète certaines familles, très angoissées à cause de cette phrase : "la survie dépasse rarement le début de l'âge adulte"
OUI, C'EST TRES MALADROIT. SACHEZ QUE JEAN YVES NAU A PUBLIE SON PAPIER SANS ME CONTACTER, SANS M'EN PARLER, SANS MEME M'APPELER ET SANS ME LE MONTRER AUPARAVANT. AM le 24 mai 2007
Tout cela est très encourageant ; accrochons nous !
Amitié
Juliette
Juliette Dieusaert Présidente de l'AFAF (Association Française de l'Ataxie de Friedreich) 12, place Brisset - 02500 Hirson (France) tél-fax : 03.23.58.61.65 www.afaf.asso.fr - www.orpha.net/nestasso/AFAF
Australia. Paziente: "Grazie a staminali embrionali posso di nuovo camminare"
E' rientrata il 21 maggio in patria una donna australiana rimasta paralizzata in un incidente d'auto, che afferma di poter camminare di nuovo dopo un controverso trattamento a base di cellule staminali embrionali umane in India. Sonya Smith, di 45 anni, ha volato fino a New Delhi per essere curata dalla Dr. Geeta Shroff, il cui ospedale privato ha trattato piu di 300 pazienti con cellule staminali embrionali. Travolta 17 mesi fa dalla sua stessa auto che tentava di fermare mentre procedeva in discesa con le tre figlie a bordo, e dopo due mesi di terapia a base di iniezioni e fisioterapia, la donna ha detto di aver riacquistato la sensazione nelle gambe ed il controllo intestinale e urinario, mentre è ripresa la crescita muscolare nelle gambe. Ora puo' stare in piedi e camminare con il solo aiuto di tutori ortopedici. La donna si dice fiduciosa di poter tornare a camminare senza assistenza entro due anni. Per me è un miracolo, perchè avevo perduto ogni speranza, nessun medico mi aveva fatto sperare di poter riacquistare qualsiasi movimento , ha detto. Il trattamento richiederà almeno altre due visite in India nei prossimi anni, ha spiegato. In un intervista ad una rete Tv, Smith ha fatto appello al governo australiano perchè offra ad altri pazienti la stessa opportunità. Il governo deve fare qualcosa, deve rendere disponibile questo trattamento, a chi soffre di lesioni spinali o neuromotorie, di diabete o di Parkinson , ha affermato. Ha fatto una tale differenza per me: invece di restare in sedia a rotelle per il resto della vita ho avuto la scelta di alzarmi in piedi e camminare . La Dottoressa Geeta Shroff, specialista di fertilita' di un istituto privato, vanta di aver preceduto tutto il mondo nell'utilizzo di cellule staminali derivate da embrioni umani per il trattamento di malattie incurabili, e di aver trapiantato cellule staminali embrionali in numerosi pazienti affetti da malattie cerebrali degenerative o colpiti da paralisi. I risultati sono stati buoni, sostiene Shroff in una relazione pubblicata in internet. I pazienti sono migliorati. Non hanno avuto peggioramenti e nessun effetto collaterale dichiara, sottolineando di aver usato come fonte per le cellule staminali degli embrioni soprannumerari creati in cliniche che offrono servizi di fecondazione assistita.
Today Friday April 13th a number of use viewed on SKY NEWS how an Australian woman has taken her first steps since having a car accident thanks to Miracle Stem Cell Cure. True or not we leave it up to you to decide. If you have not seen the report we have it here for you to read and view as we have added the video interview.
Miracle Stem Cell Cure?
Convinced: Sonya Smith
An Australian woman, who was told she would never walk again after a car accident, is up on her feet, weeks after getting controversial embryonic stem cell treatment in India.
Her own doctors told her to prepare for life in a wheelchair and she spent 18 months desperately trying to get help. Then she heard about Dr Geeta Shroff in India and flew more than 6,000 miles from Brisbane to try out the treatment in New Delhi.
Dr Shroff is a one-woman operation who runs a private hospital where she treats with human embryonic stem cells more than 300 patients who have varying diseases and problems.
Now, after having about eight weeks of injections, Mrs Smith has regained bladder and bowel control; her leg muscles are growing and she says she can feel deep sensation in her thighs and feet.
Despite widespread scepticism, she is convinced: "It is definitely the stem cells," she says, "I can feel my thighs where before I couldn't."
Dr Shroff's critics think it is too good to be true and the doctor has not helped herself by refusing to fully explain her technique or how she has come up with the formula.
They say she is being irresponsible; that with no proper human trials using human embryonic stem cells is ethically wrong and that she is using her patients as guinea pigs.
Dr Shroff rejects criticism Dr Shroff says she has fully documented her findings, that she conforms to her own country's guidelines and the proof is in her patients.
'These are people who are desperate and who have no hope," Dr Shroff says "I have given them hope. What is wrong with that?"
Sky News first reported on Dr Shroff's work in January 2006. We interviewed dozens of her patients and have spoken to many several times since. None complains of side effects. None has demonstrated any side-effects and all have shown signs of improvement in their respective conditions.
Of her 300 patients, more than 50 are spinal cord injuries. Others have Alzheimers, motor neurone disease, Parkinsons - and all believe they are improving.
Dr Shroff will not give away her secrets just yet, but if her techniques are doing what she is claiming, they are a huge breathrough.
So far there are no known human clinical trials using human embryonic stem cells - Britain is still at the research stage.
How is she doing it? Dr Shroff is transplanting human embryonic stem cells into patients with incurable diseases. She won't reveal the exact technology but says she is culturing stem cells in approved lab conditions with different cell lines for specific diseases.
Each kind of disease has a different protocol and therefore a different stem cell treatment and dosage. Her technique allows her to use just one embryo from which she has built up a stem cell bank which she believes is 'inexhaustible'.
Why isn't she offering her work up for proper scrutiny by a body of her peers? Dr Shroff says she has told the authorities in India about it, she believes she has kept everything above board and she is following the guidelines in her own country.
The guidelines in India are very lax and it is permissible to treat incurable or terminally ill people using this controversial method. She has applied for a patent and once she has that, she says she will tell her medical secrets then.
But sceptics within the medical profession say she is using patients as human guinea pigs and any improvement is through the placebo effect and there haven't been proper clinical trials? Dr Shroff says she has more than 300 patients suffering from incurable and terminally ill conditions - more than 50 of them are spinal cord injuries - on her books at the moment and the results have been replicated in all of them and are statistically significant.
All these patients are desperate and everyone else has turned them down.
Has she any plans to let international medical bodies examine her work? Dr Shroff says she is very happy for other medics to send patients to her and examine the patients themselves after treatment and they are very welcome to come and see her work. Dr Shroff is a one-woman operation running her own private hospital. She receives no funding from anyone.
All her finances are self-generated. She wants to remain independent and this might explain the reluctance to hand over all her work to an official body unless and until she is recognised as having pioneered the work.
What else is she doing? She is working on many diseases and illnesses like Alzheimers, Motor Neurone, diabetes and has seen results in all of the patients treated.
I have taken the efforts to get the results of the patients treated by Dr. Geeta Shroff. I was only able to post the details of just these 8 patients for now although I have been told that 12 patients (SCI) details have been documented so far, I Have typed out the details AS IS without making any changes.
Esultiamo!!
Un abbraccio forte a tutti! Teniamoci uniti nella speranza, insieme arriveremo
alla meta!
Saluti
Maria Litani
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From : FA_babelFAmily@yahoogroups.com
To : "FA_babelFAmily" FA_babelFAmily@yahoogroups.com
Cc :
Date : Thu, 24 May 2007 01:38:13 +0200
Subject : [FA_babelFAmily] ITA: Le Monde - Progressi compiuti da un gruppo di
ricerca francese nel trattamento di una malattia neurologica (l'AF)
>
> http://www.lemonde.fr/web/article/0,1-0@2-3244,36-913284,0.html
>
>
>
>
>
> Le Monde, 22 maggio 20007 ore 14h15
>
>
>
> Progressi compiuti da un gruppo di ricerca francese nel trattamento di una
malattia neurologica
>
>
>
>
>
>
> Traduzione: Gian Piero Sommaruga
>
>
>
>
> L'atassia di Friedreich, una malattia neurologica ereditaria caratterizzata da
disturbi nell'equilibrio e nella coordinazione dei movimenti volontari, fino ad
oggi è stata incurabile.
> Ma ora un gruppo di ricercatori dell'Inserm, diretto da Arnold Munnich
(ospedale Necker-Enfants malades, Parigi) che lavora in collaborazione con Ioav
Cabantchik (Università ebraica, Gerusalemme) pare abbia scoperto un farmaco.
>
> Finanziati in parte dai fondi di Telethon, questi studi sono apparsi
recentemente nell'edizione on-line della rivista Blood, organo ufficiale della
società americana di ematologia.
>
> L'atassia di Friedreich è stata descritta per la prima volta nel 1863 dal
neurologo tedesco di cui, da allora, porta il nome. Si manifesta con la
comparsa, tra i 5 e i 15 anni, di disturbi, che progrediscono rapidamente, della
coordinazione motoria e della sensibilità.
>
> Solitamente le facoltà intellettive sono preservate, ma la sopravvivenza
supera di rado l'inizio dell'età adulta. La morte è causata frequentemente da
anomalie cardiache dovute a lesioni degenerative a livello neuronale.
>
> Dieci anni fa, il gruppo di ricerca di Arnold Munnich ha scoperto l'origine
fisiopatologica di questa malattia: un deficit genetico di sintesi proteica che
porta ad un accumulo anormale di ferro nei mitocondri, i micro-organismi
intracellulari che garantiscono la respirazione e la produzione di energia.
Questa "eccedenza" di ferro sarebbe la causa della formazione di radicali liberi
dell'ossigeno, tossici per le cellule.
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> Alla luce di questa scoperta, nel 1999 era stata avviata una prima
sperimentazione clinica, con dei risultati incoraggianti a livello cardiologico.
Non era però stata riscontrata alcuna efficacia a livello neurologico.
>
> Questa volta i ricercatori hanno sperimentato una nuova molecola in grado di
eliminare gli eccessi organici di ferro nel cervelletto, il centro nervoso che
regola la funzione motoria - eccessi che è stato possibile rilevare grazie
all'acquisizione con risonanza magnetica di immagini del cervello. Il
deferiprone, che fissa ed elimina il ferro, ha il vantaggio di passare dal
sangue nel cervello.
>
> Al termine di questa prima sperimentazione, durata sei mesi, otto dei nove
pazienti hanno evidenziato un netto miglioramento a livello neurologico grazie
alla diminuzione della quantità di ferro nel cervelletto. Questi miglioramenti
si sono manifestati inizialmente sul piano della sensibilità e del tono
sfinterico (incontinenza e costipazione) e in un secondo tempo nell'esecuzione
dei movimenti e nella padronanza della parola, così come nell'equilibrio e nella
deambulazione. "Non ci aspettavamo dei risultati tanto positivi ad uno stadio
così precoce della sperimentazione clinica", hanno sottolineato gli autori di
questa ricerca.
>
> Ora è previsto l'avvio di una sperimentazione a livello internazionale, in
cooperazione con la casa farmaceutica canadese Apo Pharma. Il deferiprone
potrebbe anche essere impiegato nel trattamento di altre patologie più comuni,
quali le anemie causate da disturbi cronici di origine infiammatoria.
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> Jean-Yves Nau
> Fonte : Le Monde
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> Articolo pubblicato nell'edizione del 23 maggio 2007
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Primeros resultados en el tratamiento deenfermedades neurológicas
Traducción: MariLuz González Casas
Un equipo de investigadores de la Unidad Inserm 781 « Genética y epigenética de las enfermedades metabólicas, neurosensoriales y del desarrollo » dirigida por Arnold Munich (Hospital Necker-Enfants malades, AP-HP), en colaboración con Ioav Cabantchik (Universidad Hebrea de Jerusalén), acaba de obtener resultados prometedores en el tratamiento de enfermos de ataxia de Friedreich, la más frecuente de las ataxias hereditarias. La coordinación de los movimientos, el habla, además de algunos problemas sensoriales han mejoradopor el efecto de la deferiprona, una molécula que atrapa el hierro acumulado de forma anormal en ciertas zonas del cerebro.
Estos resultados positivos obtenidosen la fase I/II del ensayo ofrecen perspectivas terapéuticas a corto plazo para esta enfermedad gravemente invalidante.
Estos trabajos realizados en el seno de la Unidad Inserm 781 y financiados por la AFM, gracias a los donativos del Téléthon, se pueden consultar en la página de Internet de la revista Blood.
La Ataxia de Friedreich es la más frecuente de las ataxias hereditarias: afecta a una de cada 50.000 personas en Europa. Uno de cada 120 europeos sería portador de la anomalía genética, origende esta enfermedad transmitida de forma recesiva. Esta anomalía fue identificada en 1996; se trata de una expansión importante del triplete GAA ( de 100 a 2000 repeticiones) en un gen situado en el cromosoma 9 que codifica una proteína llamada « frataxina ».
Esta enfermedad neurodegenerativaafecta a ciertas células del sistema nervioso. Fundamentalmente causa problemas de equilibrio y de la coordinación de movimientos voluntarios (ataxia). Las afecciones cardíacas (cardiomiopatía), problemas osteoarticulares (escoliosis, pies cavos) y diabetes se asocian a veces con esta enfermedad.
En 1997, el equipo de Arnold Munnichdescubrió el mecanismo de la enfermedad: el déficit de una proteína que conduce a una acumulación anormal de hierro en las mitocondrias, centros de la respiración celular y de la producción de energía. Este exceso de hierro causa la formación de los radicales libres de oxígeno que son tóxicos para la célula. En 1999, un primer ensayo clínico dirigido por este equipo, basado en la administración de idebenona [1], arrojó los primeros resultados prometedores al reducir la cardiomiopatía. Sin embargo, este tratamiento no tuvo efectos positivos sobre los trastornosneurológicos. Entonces los investigadores intentaron reducirlos con la ayuda de una molécula que elimina el exceso de hierro, es decir, un quelante del hierro.
Gracias a una secuencia de imágenes por resonancia magnética (IRM) preparadas para medir la cantidad de hierro en un punto preciso, los investigadores han podido constatar unaacumulación anormal de hierro en el cerebelo, el centro nervioso que regula la función motriz. Basándose en este dato, optaron por un quelante del hierro capaz de atravesar la barrera que separa el cerebro del torrente sanguíneo : la deferiprona.
Durante seis meses, cada enfermo recibió diariamente dos dosis de deferiprona. Al final del ensayo, en 8 de los 9 pacientes, los trastornos neurológicos disminuyeron gracias a la bajadadelos niveles de hierro en el cerebelo. Esta mejoría se manifestó en un principio en los trastornos de tipo sensitivo yde los esfínteres, como incontinencia yestreñimiento, después mejoraron también la ejecución de movimientos y el habla , y finalmente los desplazamientos y el equilibrio.
En suma, unos resultados muy positivos que jamás se habían conseguido en un estadio tan precoz de un ensayo clínico.
Próximamente, se llevará a cabo a nivel internacional un ensayo randomizado multicéntrico a doble ciego, en cooperación con la empresa canadiense Apo Pharma.
La deferiprona podría utilizarse en un futuro en el tratamiento de otras patologías más comunes, como las anemias causadas por enfermedades inflamatorias crónicas, basándose en su capacidad para transportarel exceso de hierro a otraspartes del organismo que presentan estados carenciales.
Para más información :
Selective iron chelation in Friedreich Ataxia. Biological and clinical implications. Nathalie Boddaert1, Kim Hanh Le Quan Sang2, Agnès Rötig2, Anne Leroy-Willig3, Serge Gallet4, Francis Brunelle1, Daniel Sidi5, Jean-Christophe Thalabard2, Arnold Munnich2, Z. Ioav Cabantchik6. Blood (on line).
1 Pediatric Radiology Unit, ERM0205, 5 Pediatric Cardiology Unit, 2 Medical Genetic Clinic and Research Unit Inserm 781. Hôpital Necker-Enfants Malades and Université Paris V René Descartes, 75743 Paris Cedex 15, France.
3 U2R2M, CNRS UMR 8081, Université Paris Sud, 91405 Orsay, France.
4 Pediatric Unit, Hôpital de Montluçon, 03113 Montluçon Cedex, France.
6 Institute of Life Sciences and Charles E. Smith Laboratory of Psychobiology, Hebrew
University, Jerusalem 91904, Israel.
Más información sobre la enfermedad:
Association Française de l’Ataxie de Friedreich (AFAF)
Blood First Edition Paper, prepublished online March 22, 2007; DOI 10.1182/blood-2006-12-065433
Submitted December 27, 2006 Accepted March 14, 2007
Selective iron chelation in Friedreich ataxia. Biological and clinical implications
Nathalie Boddaert, Kim Hanh Le Quan Sang, Agnes Rotig, Anne Leroy-Willig, Serge Gallet, Francis Brunelle, Daniel Sidi, Jean-Christophe Thalabard, Arnold Munnich, and Zvi Ioav Cabantchik*
Pediatric Radiology Unit, ERM0205, Hopital Necker-Enfants Malades & Universite Paris V Rene Descartes, Paris, France Medical Genetic Clinic and Research Unit INSERM 781, Hopital Necker-Enfants Malades & Universite Paris V Rene Descartes, Paris, France U2R2M, CNRS UMR 8081, Universite Paris Sud, Orsay, France Pediatric Unit, Hopital de Montlucon, Montlucon, France Pediatric Cardiology Unit, Hopital Necker-Enfants Malades & Universite Paris V Rene Descartes, Paris, France Institute of Life Sciences, and Charles E. Smith Laboratory of Psychobiology, Hebrew University of Jerusalem, Jerusalem, Israel
Genetic disorders of iron metabolism and chronic inflammationoften evoke local iron accumulation. In Friedreich-ataxia, decreasediron-sulphur-cluster and haem formation leads to mitochondrialiron accumulation and ensuing oxidative damage that affect primarilysensory neurons, myocardium and endocrine glands. We assessedthe possibility of reducing brain iron accumulation in Friedreich-ataxiapatients with a membrane-permeant chelator capable of shuttlingchelated-iron from cells to transferrin, using regimens suitablefor patients with no systemic iron overload. Brain MRI of Friedreich-ataxiapatients compared to age-matched controls revealed smaller andirregularly shaped dentate-nuclei with significantly (p<0.027)higher H-relaxation rates R2*, indicating regional iron accumulation.A six-month treatment with 20-30mg/kg/d deferiprone appliedon 11/20 adolescent patients with no overt cardiomyopathy reducedR2* from 18.3±1.6 to 15.7±0.7msec-1 (p<0.002) specificallyin dentate nuclei and proportionally to the initial R2* (r=0.90).Chelator-treatment caused no apparent haematological or neurologicalside-effects, while reducing neuropathy and ataxic-gait in theyoungest patients. To our knowledge, this is the first clinicaldemonstration of chelation removing labile iron accumulatedin a specific brain area implicated in a neurodegenerative disease.The use of moderate chelation for relocating iron from areasof deposition to areas of deprivation has clinical implicationsfor various neurodegenerative and haematological disorders.
Progressi compiuti da un gruppo di ricerca francese nel trattamento di una malattia neurologica
Traduzione: Gian Piero Sommaruga
L'atassia di Friedreich, una malattia neurologica ereditaria caratterizzata da disturbi nell’equilibrio e nella coordinazione dei movimenti volontari, fino ad oggi è stata incurabile. Ma ora un gruppo di ricercatori dell’Inserm, diretto da Arnold Munnich (ospedale Necker-Enfants malades, Parigi) che lavora in collaborazione con Ioav Cabantchik (Università ebraica, Gerusalemme) pare abbia scoperto un farmaco.
Finanziati in parte dai fondi di Telethon, questi studi sono apparsi recentemente nell’edizione on-line della rivista Blood, organo ufficiale della società americana di ematologia.
L'atassia di Friedreich è stata descritta per la prima volta nel 1863 dal neurologo tedesco di cui, da allora, porta il nome. Si manifesta con la comparsa, tra i 5 e i 15 anni, di disturbi, che progrediscono rapidamente, della coordinazione motoria e della sensibilità.
Solitamente le facoltà intellettive sono preservate, ma la sopravvivenza supera di rado l’inizio dell’età adulta. La morte è causata frequentemente da anomalie cardiache dovute a lesioni degenerative a livello neuronale.
Dieci anni fa, il gruppo di ricerca di Arnold Munnich ha scoperto l’origine fisiopatologica di questa malattia: un deficit genetico di sintesi proteica che porta ad un accumulo anormale di ferro nei mitocondri, i micro-organismi intracellulari che garantiscono la respirazione e la produzione di energia. Questa "eccedenza" di ferro sarebbe la causa della formazione di radicali liberi dell’ossigeno, tossici per le cellule.
Alla luce di questa scoperta, nel 1999 era stata avviata una prima sperimentazione clinica, con dei risultati incoraggianti a livello cardiologico. Non era però stata riscontrata alcuna efficacia a livello neurologico.
Questa volta i ricercatori hanno sperimentato una nuova molecola in grado di eliminare gli eccessi organici di ferro nel cervelletto, il centro nervoso che regola la funzione motoria – eccessi che è stato possibile rilevare grazie all’acquisizione con risonanza magnetica di immagini del cervello. Il deferiprone, che fissa ed elimina il ferro, ha il vantaggio di passare dal sangue nel cervello.
Al termine di questa prima sperimentazione, durata sei mesi, otto dei nove pazienti hanno evidenziato un netto miglioramento a livello neurologico grazie alla diminuzione della quantità di ferro nel cervelletto. Questi miglioramenti si sono manifestati inizialmente sul piano della sensibilità e del tono sfinterico (incontinenza e costipazione) e in un secondo tempo nell’esecuzione dei movimenti e nella padronanza della parola, così come nell’equilibrio e nella deambulazione. "Non ci aspettavamo dei risultati tanto positivi ad uno stadio così precoce della sperimentazione clinica", hanno sottolineato gli autori di questa ricerca.
Ora è previsto l’avvio di una sperimentazione a livello internazionale, in cooperazione con la casa farmaceutica canadese Apo Pharma. Il deferiprone potrebbe anche essere impiegato nel trattamento di altre patologie più comuni, quali le anemie causate da disturbi cronici di origine infiammatoria.
Jean-Yves Nau Fonte : Le Monde
Articolo pubblicato nell’edizione del 23 maggio 2007
[FA_babelFAmily] ITA-ENG: (FAPG) notizie sulle raccolte fondi - fundraiser news
Traducción: MariLuz González Casas
Los siguientes tres mensajes están sacados de la lista de correos del FAPG (Grupo de padres de AF- http://www.fortnet.org/fapg )
Se refieren a tres distintasiniciativas benéficas que tuvieron lugar el pasado fin de semana en los EE UU a favor de FARA (http://www.curefa.org/ ). La primera iniciativa la organizó la familia Lane, la segunda, la familia de Tammy Luebbe y la tercera,la familia Van Schoik.
Gian Piero
----- Mensaje original -----
De: Sandy Lane
A: FAPG
Enviado el : martes, 22 de mayo 2007 20.38
Asunto : [FAPG] Maratón benéfico de la familia Lane
Quisiera simplemente compartir con todos vosotros nuestro entusiasmo y nuestra alegría. J
El sábado recaudamos más de 130.000 Dólares y continúan llegando más donativos. Estoy prácticamente segura de que llegaremos a los 140.000Dólares.
Queremos dar las gracias a todos los que han participado en nuestra iniciativa. Apreciamos profundamente la ayuda recibida de las familias con AF que han participado en el evento: la familia Acker-Hitta, las chicas de la familia Bode, la familia Downing, la familia Magness, la familia Meyer, Paul y Sue Konanz, Ron Bartek y mi maravillosa familia- mi marido Steve y mis dos hijas Bri y Chels.
Solos somos simplemente eleslabón de una cadena, pero todos juntos formamos una cadena muy fuerte. ¡¡Conseguiremos vencer esta enfermedad!!
Sandy Lane
----- Mensaje original -----
De: Tammy Luebbe
A: FAPG
Enviado: martes, 22 de mayo 2007 3:56
Asunto : Re: [FAPG] noticias sobre recaudación de fondos
¡¡¡ Maravillosa Nelda!!! Me alegra muchísimo saber que tu fin de semana dedicado a la recaudación de fondos haya tenido tanto éxito.
También nuestra carrera, que tuvo lugar el domingo, tuvo mucho éxito y además era un auténtico placer ver como todo el mundo se estaba divirtiendo tanto. Creo que al final hemos conseguido alcanzar una cifra cercana a los 31000 / 32000 Dólares. Greg todavía está haciendo las cuentas. El restaurante Outback ofreció una comida EXQUISITA. Todos los comensaleselogiaban la calidad de lo que habían comido. Los del restaurante Outback estuvieron amabilísimos y nos dijeron que para ellos había sido un placer servir a todos los comensales.
¡¡Este fin de semana fue verdaderamente increíble paraFARA !!
Tammi
Evan (10 años) AF
Graham, 7 años
----- Mensaje original-----
De: Nelda Van Schoick A: FAPG Enviado el: domingo, 20 de mayo 2007 11:44 PM Asunto : [FAPG] noticias sobre recaudación de fondos
Os estoy escribiendo a toda prisa antes de que desfallezca.
Nuestro maratón para recaudarfondos ha tenido un éxito impresionante –daremos próximamente información más detallada.
Triplicamos con creces la cantidad recaudada el año pasado y siguen llegando donativos.
Con toda seguridad la derrotaremos (se refiere a la AF, ndt)
Premiers résultats dans le traitement des troubles neurologiques
Une équipe de chercheurs de l’Unité Inserm 781 « Génétique et épigénétique des maladies métaboliques, neurosensorielles et du développement » dirigée par Arnold Munnich (hôpital Necker-Enfants malades, AP-HP), en collaboration avec Ioav Cabantchik (Université Hébraïque de Jérusalem), vient d’obtenir des résultats prometteurs dans le traitement des atteintes neurologiques de l’ataxie de Friedreich, la plus fréquente des ataxies héréditaires. La coordination des mouvements, la parole ainsi que certains troubles sensitifs se sont améliorés sous l’effet de la défériprone, une molécule qui piège le fer accumulé de façon anormale dans certaines régions du cerveau.
Ces résultats positifs obtenus dès la phase I/II de l’essai offrent des perspectives thérapeutiques à court terme pour cette maladie gravement invalidante.
Ces travaux réalisés au sein de l'Unité Inserm 781 et financés par l’AFM, grâce aux dons du Téléthon, sont consultables sur le site Internet de la revue Blood.
L’ataxie de Friedreich est la plus fréquente des ataxies héréditaires : elle touche 1 personne sur 50 000 en Europe. Un européen sur 120 serait porteur de l’anomalie génétique à l’origine de cette affection transmise sur le mode récessif. Cette anomalie a été identifiée en 1996 : il s’agit d’une expansion importante du triplet GAA (100 à 2 000 répétitions) dans un gène situé sur le chromosome 9 codant pour une protéine appelée « frataxine ».
Cette maladie neurodégénérative est due à l’atteinte de certaines cellules du système nerveux. Elle se traduit avant tout par des troubles de l’équilibre et de la coordination des mouvements volontaires (ataxie). Une atteinte cardiaque (cardiomyopathie), des troubles ostéo-articulaires (scoliose, pieds creux) et un diabète sont parfois associés.
En 1997, l’équipe d’Arnold Munnich a mis en évidence le mécanisme de la maladie : un déficit de protéine conduisant à une accumulation anormale de fer dans les mitochondries, sièges de la respiration cellulaire et de la production d’énergie. Ce trop-plein de fer conduit à la formation de radicaux libres d’oxygène, toxiques pour la cellule. En 1999, un premier essai clinique mené par cette équipe, basé sur l’administration de l’idébénone[1], avait débouché sur des premiers résultats encourageants, en réduisant la cardiomyopathie. Ce traitement n’avait cependant pas eu d’effet sur les atteintes neurologiques. Les chercheurs ont donc tenté de les réduire à l’aide d’une molécule qui élimine le surplus de fer, un chélateur de fer.
Grâce à une séquence d’imagerie par résonance magnétique (IRM) mise au point pour mesurer la quantité de fer en un point précis, les chercheurs ont pu mettre en évidence l’accumulation anormale de fer au niveau du cervelet, le centre nerveux régulateur de la fonction motrice. Forts de cette information, ils ont donc opté pour un chélateur de fer qui traverse la barrière séparant le cerveau de la circulation sanguine : la défériprone.
Pendant 6 mois, chaque malade a absorbé quotidiennement deux doses de défériprone. Au terme de l’essai, pour 8 des 9 patients, les troubles neurologiques se sont améliorés du fait de la diminution de quantité de fer dans le cervelet. Ces améliorations ont d’abord concerné des troubles sensitifs et sphinctériens, comme l’incontinence ou la constipation, puis l’exécution des mouvements et la parole, et enfin les déplacements ainsi que l’équilibre.
Des résultats très positifs qui n’étaient pas attendus à ce stade si précoce de l’essai clinique.
Prochainement, un essai randomisé multicentrique en double aveugle sera lancé sur le plan international, en coopération avec la firme canadienne Apo Pharma.
La défériprone pourrait à l’avenir être utilisée dans le traitement d’autres pathologies plus communes, comme les anémies dues à des maladies inflammatoires chroniques, en raison de sa capacité à rediriger le trop-plein de fer dans les zones du corps qui en manquent.
Pour en savoir plus :
Selective iron chelation in Friedreich Ataxia. Biological and clinical implications. Nathalie Boddaert1, Kim Hanh Le Quan Sang2, Agnès Rötig2, Anne Leroy-Willig3, Serge Gallet4, Francis Brunelle1, Daniel Sidi5, Jean-Christophe Thalabard2, Arnold Munnich2, Z. Ioav Cabantchik6. Blood (on line).
1 Pediatric Radiology Unit, ERM0205, 5 Pediatric Cardiology Unit, 2 Medical Genetic Clinic and Research Unit Inserm 781. Hôpital Necker-Enfants Malades and Université Paris V René Descartes, 75743Paris Cedex 15, France.
3 U2R2M, CNRS UMR 8081, Université Paris Sud, 91405 Orsay, France.
4 Pediatric Unit, Hôpital de Montluçon, 03113Montluçon Cedex, France.
6 Institute of Life Sciences and Charles E. Smith Laboratory of Psychobiology, Hebrew
University, Jerusalem91904, Israel.
Plus d’infos sur la maladie :
Association Française de l’Ataxie de Friedreich (AFAF)
LE MONDE | 22.05.07 | 14h15 • Mis à jour le 22.05.07 | 14h15
Une équipe française progresse dans le traitement d'une maladie neurologique L'ataxie de Friedreich, une maladie neurologique héréditaire caractérisée par des troubles de l'équilibre et de la coordination du mouvement volontaire, était jusqu'alors incurable. Mais un médicament pourrait avoir été trouvé par une équipe de chercheurs de l'Inserm, dirigée par Arnold Munnich (hôpital Necker-Enfants malades, Paris) travaillant en collaboration avec Ioav Cabantchik (Université hébraïque, Jérusalem).
Pour partie financés grâce aux dons du Téléthon, leurs travaux viennent d'être publiés sur le site de revue Blood, organe officiel de la société américaine d'hématologie.
L'ataxie de Friedreich a été décrite pour la première fois en 1863 par le neurologue allemand dont elle porte, depuis, le nom. Elle se traduit par l'apparition, entre 5 et 15 ans, de troubles rapidement progressifs de la coordination motrice et de la sensibilité.
L'intellect est habituellement préservé, mais la survie dépasse rarement le début de l'âge adulte. La mort est souvent le résultat des anomalies cardiaques qui sont associées aux lésions dégénératives observées dans les neurones.
Il y a dix ans, l'équipe d'Arnold Munnich avait découvert la clé physiopathologique à l'origine de cette affection : un déficit génétique de synthèse protéique conduisant à une accumulation anormale de fer dans les mitochondries, ces micro-organismes intracellulaires assurant respiration et production d'énergie. Ce "trop-plein" de fer conduirait à la formation des radicaux libres d'oxygène toxiques pour la cellule.
Sur ces acquis, un premier essai clinique avait été lancé, en 1999, avec des résultats encourageants sur les atteintes cardiaques. Ce traitement n'avait toutefois pas eu d'effet sur les atteintes neurologiques.
Les chercheurs ont cette fois testé une nouvelle molécule qui élimine les surplus organiques en fer au niveau du cervelet, centre nerveux régulateur de la fonction motrice - surplus qui ont été mis en évidence grâce à l'imagerie cérébrale. La défériprone, qui fixe et élimine le fer, a l'avantage de passer du sang dans le cerveau.
Au terme de l'essai de six mois, huit des neuf premiers patient présentaient une nette amélioration des troubles neurologiques du fait de la diminution des quantités de fer dans le cervelet. Ces progrès ont d'abord concerné des troubles sensitifs et sphinctériens (comme l'incontinence ou la constipation) puis l'exécution des mouvements et la maîtrise de la parole ainsi que les déplacements et l'équilibre. "Ces résultats très positifs n'étaient pas attendus à ce stade si précoce de l'essai clinique", soulignent les auteurs de ce travail.
Un essai sera lancé sur le plan international, en coopération avec la firme pharmaceutique canadienne Apo Pharma. La défériprone pourrait aussi être utilisée dans le traitement d'autres pathologies plus communes, comme les anémies dues à des maladies inflammatoires chroniques.
I seguenti tre messaggi giunti dalla mailing-list del FAPG (gruppo genitori atassia di Friedreich - http://www.fortnet.org/fapg)
si riferiscono a tre distinte iniziative benefiche che lo scorso weekend si sono svolte negli Stati Uniti a favore della FARA (http://www.curefa.org/ ). La prima iniziativa organizzata dalla famiglia Lane, la seconda dalla famiglia di Tammy Luebbe e la terza dalla famiglia Van Schoick.
Gian Piero
----- Messaggio originale -----
Da: Sandy Lane
A: FAPG
Inviato: martedì, 22 maggio 2007 20.38
Oggetto: [FAPG] Maratona benefica della famiglia Lane
Desidero soltanto condividere con tutti voi il nostro entusiasmo e la nostra gioia. :)
Sabato abbiamo raccolto più di 130.000 dollari e continuano ad arrivare assegni. Sono quasi certa che raggiungeremmo i 140.000 dollari.
Desideriamo ringraziare tutti coloro che hanno preso parte alla nostra iniziativa . Abbiamo apprezzato profondamente l’aiuto ricevuto dalle famiglie AF che hanno partecipato all’evento: la famiglia Acker-Hitta, le ragazze della famiglia Bode, la famiglia Downing, la famiglia Magness, la famiglia Meyer, Paul e Sue Konanz, Ron Bartek, e la mia bella famiglia – mio marito Steve e le mie due figlie Bri e Chels.
Da soli siamo soltanto la maglia di una catena, ma tutti assieme diventiamo una catena molto forte. Riusciremo a sconfiggere questa malattia!!
Sandy Lane
----- Messaggio originale -----
Da: Tammy Luebbe
A: FAPG
Inviato: martedì, 22 maggio 2007 3:56
Oggetto: Re: [FAPG] notizie sulla raccolta fondi
Grande Nelda!!!! Mi ha fatto estremamente piacere sapere che il tuo weekend dedicato alla raccolta fondi ha avuto così tanto successo! Anche la nostra corsa, che si è svolta domenica, è andata benissimo ed è stato davvero magnifico guardarsi attorno e vedere tutti divertirsi così tanto. Credo che alla fine siamo riusciti a raggiungere una cifra che si aggira sui 31.000/32000 dollari. Greg sta ancora facendo i conti. Il ristorante Outback ha offerto un pranzo SQUISITO! Tutti i partecipanti continuavano a decantare la bontà di quello che hanno mangiato. All’Outback sono stati molto gentili e ci hanno detto di esser stati felicissimi di servire tutti gli ospiti.
Questo weekend per la FARA è stato davvero incredibile!!!!!
Tammy
Evan (10 anni) AF
Graham 7
----- Messaggio originale -----
Da: Nelda Van Schoick A: FAPG Inviato: domenica, 20 maggio 2007 23:44 Oggettto: [FAPG] notizie sulle raccolte di fondi
Vi sto scrivendo molto in fretta prima di collassare.
La nostra maratona per la raccolta fondi ha riscosso un incredibile successo -- seguiranno informazioni dettagliate. Abbiamo più che triplicato la somma raccolta l’anno scorso e continuano ad arrivare assegni.
The foIlowing three messages I received through the FAPG mailing-list (http://www.fortnet.org/fapg)refer to three different fundraising events that last weekend took place in the United States in support of FARA (http://www.curefa.org/ ). The first event was organized by the Lane family, the second one by Tammy Luebbe’s family and the third one by the Van Schoicks.
Gian Piero
----- Original Message -----
From: Sandy Lane
To: FAPG
Sent: Tuesday, May 22, 20078:38 PM
Subject: [FAPG] Lane Walk-A-thon
I just wanted to share with everyone our enthusiasm and excitement. :)We raised over $130,000 on Saturday, and the checks continue to come in. I'm pretty sure we will hit $140,000.
We would like to thank everyone who was part of our event. We truly appreciate the support from the FA families who attended our event - The Acker-Hitta's, The Bode Girls, The Downings, The Magness Family, The Meyer Family, Paul and Sue Konanz, Ron Bartek, and my awesome family - my husband Steve, and my two daughters Bri and Chels.
Alone, we are a single link, together we create a strong chain. We are going to nail this disease!!
Sandy Lane
----- Original Message -----
From: Tammy Luebbe
To: FAPG
Sent: Tuesday, May 22, 2007 3:56 AM
Subject: Re: [FAPG] fundraiser news
Go Nelda!!!! It was so wonderful to hear how great your weekend went! We too had the most amazing walk on Sunday and it felt so great looking around and seeing everyone having so much fun. I think we ended up raising somewhere in the area of $31,000 - $32,000. Greg is still working on everything. Outback served lunch and it was AMAZING! Everyone was raving about how great the food was yesterday. They were all so thoughtful and told us that they had a wonderful time serving everyone.
It was a terrific weekend for FARA!!!!!
Tammy
Evan (10) FA
Graham 7
----- Original Message -----
From: Nelda Van Schoick To: FAPG Sent: Sunday, May 20, 2007 11:44 PM Subject: [FAPG] fundraiser news
Very quickly before I crash:
Our fundraiser marathon was a total success--details to follow. We are going to more than triple what we made last year and the checks are still coming in.